Crítica do filme 'Fragmentado'

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxa a crítica do diferente 'Fragmentado' ;)



Fui convidada novamente pelo GNC Cinemas de Porto Alegre para a pré-estreia do filme 'Fragmentado', que estreiou oficialmente nos cinemas dia 23 de março. Levei comigo uma boa dose de expectativa, pois quando recebi a sinopse achei o tema bem interessante, pois sempre gostei de temáticas deste tipo. Mas bem, qual é a temática? O filme trata de um homem que sofre de transtorno de personalidade múltipla, que é caracterizada por um único indivíduo que demonstra características de duas ou mais personalidades e identidades distintas, cada uma com sua maneira de perceber e interagir com o meio. É como se dentro dele habitassem várias pessoas e de vez em quando alguma delas se manifesta. Gosto muito quando o cinema aborda assuntos mais relacionados à psicologia e a psicanálise, pois acho que é um prato cheio para se criar ou se basear uma história, afinal, seres humanos são sempre imprevisíveis e fascinantes.



Dirigido por M. Night Shyamalan (conhecido por dirigir “O Sexto Sentido”, que concorreu ao Oscar de 1999 em diversas categorias), e protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor Joy. Como falei anteriormente, o filme tem como plano de fundo a condição mental do personagem e também protagonista Kevin (James McAvoy), que possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las tranquilamente em sua mente, apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra dentro de um carro em um estacionamento e as leva para um cativeiro. Lá elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar, seja por força e desespero, seja por tentar entender o que está acontecendo e como Kevin se comporta, que é a opção que Casey (Anya Taylor Joy), resolve seguir.

Enquanto as amigas tentam escapar a todo custo, muitas vezes provocando a ira de Kevin, Casey tenta se aproximar dele e tentar entender a sua condição e o que o levou a sequestrá-las. Então, devido ao seu passado, que ao longo da narrativa vai sendo mostrado em pequenos flashbacks, entendemos o porque ela quer se aproximar dele e o porque eles podem ter uma ligação que ela pode usar ao seu favor.



Lembram lá no começo do texto em que eu falei que tava com uma boa expectativa em relação à história do filme? Pois então, me decepcionei. A narrativa se desenrolou bem no começo, mas depois desandou, bem no momento em que deveria chegar ao clímax. O roteiro se confunde em alguns momentos, tu acaba não entendendo o que o personagem quer e a trama sai do viés mais psicológico e migra para um viés fantástico, quase de ficção científica e isso me decepcionou muito. Tirando o fato do roteiro não ser organizado e não se sustentar como narrativa, a atuação de James McAvoy é muito boa. Ele consegue facilmente mudar de uma personalidade para a outra com muita facilidade e demonstrando com maestria as peculiaridades de cada uma. Os planos utilizados pelo diretor também merecem destaque. Por fim, apesar da minha expectativa ter ido por água abaixo, acho sempre válido, por mais que o filme tenha críticas negativas, que a gente assista, conheça e entenda.




Análise do clipe 'Please' do U2 #20AnosDePop

Opa! Tudo bom? No mês de março o disco ‘Pop’ do U2 completou 20 anos. Por conta disto, decidi fazer uma pequena análise do clipe da música ‘Please’, minha preferida do álbum.


Assim como “Sunday Bloody Sunday’, ‘Please’ fala sobre o “The Troubles”, que é o nome dado aos conflitos políticos e étnicos ocorridos na Irlanda do Norte. Para resumir o que é o “The Troubles” muito resumidamente, são os conflitos entre católicos e protestantes, envolvendo exército britânico, IRA (exército republicano irlandês), ataques terroristas e muito mais. Por mais que não seja especificamente um problema mundial, é uma guerra civil muito séria na região e que gerou diversas mortes.


A capa do single traz a imagem de 4 políticos diretamente envolvidos com a questão, sendo alguns pacifistas e outros de forte participação de cada lado. O Bono chegou a mencionar no ‘U2 by U2’ que a música é feita para “uma pessoa específica”,que de certa forma acredita que ideias estão acima de pessoas. 

Falando agora do vídeo, ele é dirigido pelo Anton Corbjin - que já trabalhou com o U2 em outros vídeos, incluindo uma das versões de One. O clipe de ‘Please’ é simples mas ao mesmo tempo muito complexo. Nele vemos uma pequena vila em preto e branco em que todas as pessoas andam de joelhos. São pessoas de diferentes idades, jeitos e principalmente, de diferentes religiões. Somente duas pessoas não estão ajoelhadas: a menina e o idoso.



A menina eu imagino que represente toda e qualquer criança, que é inocente e bondosa, sem conhecer religião, preconceitos, etc. O senhor, que eu vou chamar carinhosamente de “o velho” é todo aquele estereotipo que se tem de Deus ou de uma figura religiosa: de barba longa, com aparência sábia e bondosa e “acima” dos demais (uma vez que ele está em pé e o resto das pessoas não). Porém, apesar de não estar ajoelhado, O Velho está maltrapilho, com uma placa escrita “Please” e com a touca estendida pedinchando. Mendigo mesmo. Enquanto ele fica no cantinho dele, com a placa “por favor” e a touca, as pessoas passam por ele e o ignoram. Não só as pessoas comuns, como também o papa, as freiras, o judeu, etc. Todos ignoram. 

O que é mais importante? Ter uma religião, rezar, se ajoeilhar? Ou ajudar o próximo, amar e respeitar? Sabe aquela frase de caminhão que diz “não adianta fazer yoga e não cumprimentar o porteiro”? Então. Pessoas ocupadas, indo pros seus compromissos, mas ainda de joelhos, porem sem fazer o mais básico dos princípios cristãos que é amar o próximo. 

Além desta crítica, existem outras simbologias presentes no clipe. Falei mais nelas no vídeo ;) Já conheciam esse clipe? Gostaram da crítica?

Titãs em Porto Alegre: Apesar de mais uma baixa, a banda segue excelente

Opa! Tudo bom? Na última sexta-feira rolou aqui em Porto Alegre mais um show da banda Titãs. A turnê faz parte do disco “Nheengatu” e contou com a nova formação da banda. Dessa vez, quem vai falar mais sobre isso é o Lucas Vidal e também vai explicar mais um pouco sobre essa nova formação dos caras. Confiram:




De todas as bandas brasileiras dos anos 1980, os Titãs estão entre as que conseguiram construir a carreira mais sólida. Sem pausas, permanecendo na mídia desde o início das suas atividades e lançando discos sempre elogiados, o grupo resistiu não só ao tempo, mas à saída de muitos dos seus integrantes. Primeiro, Arnaldo Antunes foi cuidar da sua carreira solo. Poucos anos depois, uma tragédia tirou a vida do guitarrista Marcelo Frommer. Na sequência, saíram Nando Reis, com o mesmo pretexto de Arnaldo, e Charles Gavin, que hoje é apresentador do Canal Brasil. O último a abandonar a barca foi Paulo Miklos, e essa ausência foi muito sentida no Opinião, em Porto Alegre, na última sexta-feira.


Já acostumados a lotar a clássica casa de shows da capital gaúcha, os remanescentes Branco Mello, Tony Bellotto e Sérgio Britto, acompanhados do baterista Mario Fabre e do guitarrista Beto Lee, entregam-se com uma garra comovente. Começam com Cabeça Dinossauro, que dá nome ao disco mais famoso do grupo, lançado em 1986. “Cabeça Dinossauro/Pança de mamute / Espírito de Porco”. Eis a letra que plateias de todo o Brasil cantam em plenos pulmões há décadas. AA UU e Diversão, interpretadas por Sérgio Britto, dão continuidade ao espetáculo. Logo após, Mello apresenta A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana, um dos pontos altos da noite. A refinada crítica à indústria musical e à supervalorização dos artistas de língua inglesa em detrimento dos nacionais é entoada por todos.

Foto tirada do Facebook oficial da banda

O Pulso, Aluga-se (de Raul Seixas) e Será Que É Isso Que eu Necessito? seguem empolgando. Em Sonífera Ilha, o primeiro sucesso deles, do álbum de estreia, de 1984, boa parte do público protagoniza na pista do Opinião um retorno aos anos 80, com uma dança daquelas que costumamos ver nos clipes da década. O ambiente não poderia estar melhor. Quando o clima de nostalgia começa a tomar conta, os Titãs chegam com Fardado, o rock pesado do mais recente álbum, Nheengatu. Uma pena que “Fardado / Você também é explorado” não seja mais um refrão poderoso como era com os vocais de apoio de Miklos. Os fãs retribuem o esforço da banda, fazendo as vezes do integrante recém saído.

Chegada ao Brasil, de Mello, é a outra representante de Nheengatu e talvez a única que deixa a desejar, dispersando parte dos espectadores. Muitos aproveitam para fazer sua selfie, comentar algo com os amigos. Televisão e Lugar Nenhum trazem a plateia de volta e antecedem uma novidade: o icônico guitarrista Tony Bellotto assume o microfone em Pra Dizer Adeus, que compôs em parceria com Nando Reis para o disco Televisão, de 1985. Ele começou a cantar somente no ano passado, e em palcos gaúchos esse foi um fato inédito. Epitáfio é daquelas que até as paredes do Opinião sabem a letra. É um dos maiores clássicos dos Titãs. Emocionante!

Foto tirada do Facebook oficial da banda

Se a apresentação acabasse aqui, com certeza ninguém reclamaria, mas os Titãs não cansam de empilhar hits. Marvin, Flores, Polícia e Homem Primata estão na lista de músicas que o país inteiro tem a letra na ponta da língua. Ovacionados, eles abandonam o palco. Como já é tradicional nas suas exibições, eles retornam em menos de cinco minutos. Os sucessos Desordem e Bichos Escrotos são executados na volta. Aproximando-se do fim, acontece a única escolha questionável. Com seu refrão recheado de palavrões direcionados a políticos corruptos, Vossa Excelência é uma das mais representativas canções da banda nos últimos anos, mas é impossível não sentir falta da voz de Miklos gritando “Filho da puta / Bandido/ Corrupto/ Ladrão”.

Foto tirada do Facebook oficial da banda

Depois de mais alguns minutos fora, os Titãs fazem o segundo bis, com É Preciso Saber Viver, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Depois de um desfile de duas horas de composições políticas, românticas, bem humoradas e críticas, se despedem com uma bonita balada do Rei. O show, apesar de excelente, deixa uma dúvida: será que os Titãs continuarão resistindo à mais recente baixa? As vozes de Arnaldo Antunes e Nando Reis já deixavam saudade. Agora uma terceira voz está sendo substituída nas apresentações. Os fãs do rock brasileiro torcem para que Branco Mello, Tony Bellotto e Sérgio Britto se saiam tão bem nos próximos anos quanto se saíram na noite da última sexta-feira no Opinião :)


Resenha do filme 'Maria Antonieta'

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxa a resenha do divertido e controverso 'Maria Antonieta', de 2006 e dirigido por Sofia Coppola!

resenha do filme

Maria Antonieta é um dos meus filmes preferidos por justamente falar da rainha da França do século XVIII e por ser dirigido por Sofia Coppola, que fez um ótimo trabalho com esse filme. Apesar de se tratar de uma narrativa histórica, pois narra a vida de Maria Antonieta desde a chegada na corte francesa até sua morte sendo guilhotinada na Revolução Francesa, Coppola conseguiu contar tudo isso de uma forma jovial, moderna, fascinante e glamourosa como Maria Antonieta deveria ser em vida. O filme é protagonizado por Kirsten Dunst, que está perfeita em seu papel como a rainha da França. 

Acompanhamos a jornada dessa controversa figura histórica desde quando ela, com 14 anos sai da corte austríaca e se muda para Paris para se casar com o príncipe Luis XVI, passando por seu relacionamento conturbado com ele, e seu desajuste e solidão dentro da corte, que era recheada de regras e tradições nas quais ela não se encaixava. Além disto, ela enfrenta as constantes pressões para gerar um herdeiro da linhagem real e assim, sustentar a monarquia. 

resenha do filme

"Maria Antonieta" também mostra o lado mais clássico da sua história, pelo qual ela ficou famosa e que gerou sua morte: sua vida ser regida por muitas festas e gastanças com roupas, sapatos e lazer. Tudo isto era bancado com o dinheiro que deveria servir para satisfazer a necessidade da população, que aliás era sua constante despreocupação com a situação política da França, não podendo assim, atuar como uma verdadeira rainha que serve o seu povo, gerando o ódio da população.

Sofia Coppola conseguiu traduzir em 'Maria Antonieta' todas estas situações. O roteiro é bem adaptado e organizado, já que se trata de transpor em audiovisual fatos históricos, o figurino é impecável e maravilhoso, consegue manifestar através de todo o pano utilizado toda a personalidade da rainha, que vai de inocente e frágil - detalhe para as cores claras e em tons pastéis, à sedutora e manipuladora – cores escuras e tons quentes, o figurino conseguiu extrair as facetas de Maria Antonieta.


A trilha sonora também é bem diferente e muito legal, já que Coppola optou por dar uma aura mais moderna – temos uma música do The Strokes como plano de fundo para uma determinada cena. A fotografia é incrível, sempre focando em detalhes e fazendo composições lindas de ambientes internos e externos, além, claro, da direção de Sofia Coppola que conseguiu unir isso tudo e fazer do filme um marco contemporâneo.


Notícias sobre shows internacionais: Fevereiro

Opa! Tudo bom? Como de costume, no final do mês eu faço um apanhado nas notícias sobre os próximos shows internacionais que vão rolar no Brasil e que foram anunciados no mês que passou! Fevereiro foi mais curto, mas mesmo assim cheio de novidades tanto em shows solo como em festivais, especialmente para quem curte bandas mais antigas. Confira:


O escocês Paolo Nutini fará uma única apresentação no Brasil. A apresentação será em São Paulo, no Audio Club, e será a primeira vez do artista no país. O álbum mais recente do artista foi “Caustic Love”, de 2014. Talvez você já o tenha ouvido em Gray's Anatomy ;)



O lineup do festival carioca só aumenta. Em fevereiro foram confirmados Justin Timberlake, The Offspring, Alice Cooper, Sepultura e Shawn Mendes. As datas e atrações especificadas estão na nossa página. Vale lembrar que ainda falta anunciar a grande atração do dia 23 de setembro, que ainda permanece em segredo. 


A veterana "The Who" deve se apresentar pela primeira vez no Brasil este ano! Serão três shows no Brasil, um no Chile e um na Argentina, na primeira turnê na América do Sul da história de mais de 50 anos do The Who. Os locais e datas ainda não foram anunciados ou confirmados, e especula-se até uma participação no Rock in Rio!



A banda australiana Midnight Oil confirmou cinco shows pelo Brasil. O grupo promete continuar com seu ativismo político tradicional durante as 50 apresentações ao longo da turnê. Por aqui os shows serão em Porto Alegre (25 de abril, no Pepsi On Stage), Curitiba (27 de abril, no Live Curitiba), São Paulo (29 de abril, no Espaço das Américas), Rio de Janeiro (30 de abril, no Vivo Rio) e Brasília (2 de maio, no Net Live). 


A produtora Move Concerts confirmou dois side shows do Maximus Festival em Porto Alegre. Trata-se de Slayer + Red Fang, dia 11 de maio, e Rob Zombie + Ghost, dia 10 de maio; ambos no Pepsi On Stage. Está será a primeira vez das bandas em Porto Alegre.


A produtora Free Pass Entretenimento confirmou a vinda do grupo norte-americano Mr. Big ao Brasil em agosto deste ano. O grupo passará por 4 capitais executando os grandes hits da banda! 

Todas as informações completas estão na nossa agenda. Gostaram das novidades? Me contem se pretendem ir em algum desses :)  



Resenha do disco 'Lost Whispers' do Evanescence



Opa! Hoje trouxe a resenha do disco semi-inédito do Evanescence: Lost Whispers. “Lost Whispers” faz parte do projeto “The Ultimate Collection”, que reúne os álbuns “Fallen”, “The Open Door” e “Evanescence”, além do disco de demos “Origin”, de 2000.Todos os discos estão em formato Vinil e acompanhados de um livro com fotos especiais.


Quando eu soube que o Evanescence iria lançar nesta coleção um disco de coletânea, imaginei que fosse conter os principais hits da banda. Para minha surpresa positiva, não foi isto o que aconteceu. ‘Lost Whispers’ é uma junção de b-sides e músicas pouco conhecidas da banda - o que para os fãs é um presente.

O disco começa com ‘Lost Whispers’, que é uma faixa introdutória com menos de um minuto de duração. A segunda faixa já é um dos grandes destaques do disco: a nova versão de Even in Death. O primeiro disco de estúdio do Evanescence foi Fallen de 2003, mas o que pouca gente sabe é a banda lançou um cd demo em 2000 chamado ‘Origin’. O álbum teve uma tiragem bem limitada e originou três faixas que posteriormente foram refeitas e lançadas em ‘Fallen’: My Immortal, Whisper e Imaginary. ‘Origin’ apesar de pouco produzido, tem faixas muito boas, entre elas ‘Even in Death’, que foi refeita para Lost Whispers.


Em seguida o disco traz um trio característico da fase ‘Fallen’: Missing, Farther Away e Breathe no More. Missing é uma música incríveis, uma das minhas preferidas deles, e ela foi B-Side de Fallen e depois apareceu como single do dvd ‘Anywhere But Home.’ Esse dvd e cd, aliás, trazem versões ao vivo do disco Fallen e de outras músicas como estas que estão no Lost Whispers: Farther Away e Breathe no More. “Breathe no More” em versão de estúdio pra mim é uma das coisas pelas quais este disco já valeu a pena.

Na sequência o disco traz If You Don’t Mind, que é uma faixa que foi tocada pela primeira vez ao vivo no Brasil, e eu estava lá. Foi no show em Porto Alegre em 2012. No ano seguinte a banda lançou a versão de estúdio, mas a faixa acabou um pouco esquecida, o que é uma pena. Together Again é uma faixa que deveria ter entrado em The Open Door, mas não entrou. Deveria ser da trilha sonora de Narnia mas também acabou de fora.



Por fim, a música foi lançada em 2010 como single e teve toda renda arrecadada revertida para doações às vítimas do terremoto no Haiti. Falando em ‘The Open Door’, a faixa seguinte é “The Last Song I'm Wasting On You” que foi b-side do disco. É uma faixa bem bonita e sentimental, fiquei feliz de ter sido lembrada neste disco. As quatro últimas faixas: ‘A New Way To Bleed’, ‘Say You Will’, ‘Disappear’ e ‘Secret Door’ fazem parte da edição deluxe do disco ‘Evanescence’ de 2011. Particularmente acho ótimas músicas, mas achei a inclusão delas uma coisa bem óbvia e se tem uma coisa que este disco não foi foi ‘óbvio’.

Para saber mais sobre a minha opinião sobre o disco, não deixe de assistir ao vídeo. Comentem aqui embaixo o que acharam da resenha e do disco :)

'Moonlight' e outros ótimos filmes do Oscar

Opa! Tudo bom? Ontem o Oscar surpreendeu a todos com a entrega do prêmio para o filme 'Moonlight'. A Elisa assistiu a todos os indicados ao prêmio e comentou um pouco sobre cada um deles. Os principais destaques e preferidos dela ficaram neste post. Leia abaixo sobre o vencedor e os demais indicados.

Moonlight: Sob a Luz do Luar 
oscar

Moonlight é o filme mais alternativo entre todos esses indicados. É dirigido por Barry Jenkins e estrelado por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Mahershala Ali, sendo que os dois primeiros atores fazem o mesmo personagem, porém o primeiro faz ele criança e o segundo ele adolescente. A narrativa desse filme é bem complexa, pois foca em Chiron, um garoto que mora num subúrbio rodeado pelo tráfico de drogas e que tem uma vida complicada que incluí problemas com a mãe que é dependente química, bullying na escola e incerteza quanto à sua opção sexual. 

Todas as cenas são muito intensas e com ótimas atuações, é um filme extremamente humano, trata de problemas comuns com gente comum, é um filme sensível. Dos que citei neste post, foi o que eu mais gostei, foi uma experiência cinematográfica muito rica. A trilha sonora é muito boa, a direção também é excelente, tudo bem encaixado: roteiro, plano, cenas, aliás, os planos usados pelo diretor são todos muito delicados, expressivos e detalhados. Vale muito a pena ver esse filme! Recomendo muito! 


Lion: Uma Jornada Para Casa 

Lion é dirigido por Garth Davis e estrelado por Rooney Mara, Dev Patel e o pequeno e contagiante Sunny Pawar. O filme conta a história real do indiano Saroo, que quando tinha apenas cinco anos, se perdeu de seu irmão mais velho em uma estação de trem em Calcutá e acabou perdendo completamente o contato com toda a sua família. O filme possui três linhas do tempo: a vida de Saroo com a família antes do desaparecimento, a partir de seu desaparecimento: tudo o que ele passa longe da família, perdido e sozinho vagando por diversas cidades e sua vida depois de adotado por uma família australiana que o acharam em um orfanato até o momento em que Saroo decide encontrar a família biológica, que é a grande trama do filme. 

O roteiro é um pouco desconexo, já que mexe com três linhas do tempo e tudo fica muito misturado e confuso, a história começa bem, mas ao longo do filme vai se perdendo. A fotografia é muito bonita, porém os atores poderiam ter sido melhor dirigidos. Também não consegui me envolver com a história, chegou uma hora que eu tava torcendo para que o filme acabasse logo. Apesar da minha opinião negativa em relação à Lion, por ele estar concorrendo ao Oscar, acredito que vale a pena assistir. 

Um Limite Entre Nós 

Baseado na aclamada e premiada peça teatral de mesmo nome, dirigido por Denzel Washington, que também atua como protagonista juntamente com a ótima Viola Davis, Um Limite Entre Nós é pesado, lento, com diálogos rápidos, porém muito humano. A narrativa é sobre Troy, um homem que trabalha como catador de lixo, mas que sonhava em se tornar um grande jogador de beisebol durante sua infância. Devido à algumas situações que a vida colocou em seu destino, Troy acaba desistindo do sonho e tendo uma vida comum e fracassada. Além do foco na vida frustrada do personagem, o filme traz o relacionamento dele com a esposa Rose e com o filho. 

O longa é bem dirigido, tem boa fotografia e roteiro, porém como eu disse anteriormente ele é lento narrativamente e nos momentos de diálogos, que são muitos, ele é extremamente rápido, tanto nas falas dos personagens quanto na câmera que os acompanha. É pra ser devorado com muita paciência. Eu estava esperando bem mais do filme, mas gostei. 

Até o Último Homem 

Esse foi um filme que eu não estava esperando nada, estava neutra em relação a ele e estava até achando que fosse sem graça, porém gostei bastante, me surpreendeu. 'Até o último Homem' é dirigido por Mel Gibson, protagonizado por Andrew Garfield e baseado numa história real. Durante a Segunda Guerra Mundial, Desmond Doss, decide se alistar no exército para cumprir um dever patriótico e ajudar os soldados como médico, porém ele se recusa a pegar em armas, pois sua extrema fé em Deus o faz acreditar que não deve matar. Enfrentando brigas e preconceitos pela sua crença, Desmond faz de tudo para que reconheçam que, mesmo sem pegar em armas ele pode sim ajudar o exército americano na guerra. 

O filme não é sobre um homem que vai para a guerra salvar vidas, mas sim sobre a consciência de um homem que é extremamente enraizado em sua fé. Com um roteiro bem organizado e estruturado, o filme conseguiu fazer eu me prender na história, a direção de Mel Gibson também é muito boa, ele usa diversos planos e usa de metáforas e pequenos detalhes para mostrar a fé daquele personagem, as cenas de guerra são bem fiéis e de certa forma muito bonitas, justamente por representar com bastante realismo o horror da guerra. É um filme bem interessante e que te faz ter momentos de ódio e de amor pelo protagonista.  

A Qualquer Custo 

Já adianto que foi o filme que menos gostei, passei o filme inteiro sofrendo pra conseguir me prender na história, porém não consegui, fiquei esperando ansiosamente os créditos subirem. Até agora estou sem entender porque esse filme tá concorrendo, mas enfim. A história é sobre dois irmãos que assaltam bancos, pois por não pagarem os impostos da fazenda em que vivem, estão prestes à perde-la e decidem optar pela atividade criminosa para conseguir quitar a dívida com o Estado e em paralelo a história acompanha os dois detetives que tentam pegá-los. 

O filme tem como plano de fundo o interior do Texas, nos EUA, com todo seus costumes interioranos e preconceituosos. Acredito que o filme serve mais como uma crítica social mesmo, pois trata da difícil relação do país com a população indígena e sobre miséria material e humana dentro do cenário. O lado positivo vai para a fotografia, que é muito bonita, mostrando a paisagem americana de um modo bem realista, mas ao mesmo tempo poética. Bom, essas foram as minhas críticas. 


E aí o que acharam? Concordam comigo, discordam? Mas independente disso, assistam os filmes, mesmo os criticados negativamente por mim devem ser assistidos como uma forma de se conhecer mais o cinema e todo seu encanto.

Análise do Clipe 'Chained to the rhythm' da Katy Perry

Opa! Tudo bom? Ontem a internet parou por conta do novo clipe da Katy Perry: "Chained to the Rhythm". Como o clipe é recheado de simbologias e elementos, fiz uma análise sobre eles. Espero que gostem:



Antes de lançar este clipe, Katy Perry divulgou um lyric video da faixa em que aparecia o cotidiano de um ratinho. O personagem - que segundo ela se chama Mr. Parsons - fica assistindo a um rato na roda na televisão, enquanto mãos humanas preparam e lhe servem refeições. Esse rato não precisa fazer nada, apenas ficar quietinho assistindo o outro ratinho, enquanto uma “mão maior” lhe dá conforto, comida e segurança. O vídeo faz clara Refêrencia ao livro 1984 do George Orwell. Primeiro que o nome de um dos personagens tem o mesmo nome do ratinho. E segundo que O livro retrata uma sociedade aprisionada na engrenagem totalitária  totalmente dominada pelo poder do Estado, vivendo como fantoches de um sistema hipócrita onde tudo é feito coletivamente, mas cada um vive sozinho. Veja abaixo:



Falando agora especificamente do clipe, ele é ambientado no parque de diversões Oblivia, onde todas as pessoas se divertem, tiram muitas selfies e são felizes. Ele faz uma crítica ao estilo de vida pós-moderno e principalmente a alienação das pessoas diante da mídia e das tecnologias.

A Katy Perry já se posicionou diversas vezes contra a eleição do Donald Trump e isso é visível em dois pontos do vídeo: o brinquedo “The Great American Dream Drop” que coloca as pessoas em “casinhas” fechadas é uma crítica direta ao “Make America Great Again”, e o outro brinquedo que joga as pessoas para fora dos muros do parque obviamente se refere ao muro sugerido pelo presidente. Existe sim crítica ao governo do Donald Trump nos pontos citados, mas o vídeo não é uma crítica ao “estilo americano” e nem ao capitalismo. Os comportamentos mostrados e a alienação por conta da tecnologia acontecem na maior parte dos países com internet e são situações até muito comuns no Brasil, por exemplo.



Falando em comportamentos que também acontecem no Brasil, um brinquedo que destaco é justamente a montanha russa. Além de ela ser dividida entre “cadeiras para homens e cadeiras para mulheres”, no final, depois do casal ter feito exatamente a mesma coisa, o homem recebe muito mais likes e ibope do que a mulher. Sem falar no túnel de reações das redes sociais por qual eles passam, como se tudo o que fizessem passasse pela avaliação do público.

Mais perto do final do clipe, Katy entra em um cinema feliz e é lá que aparece o cantor Skip Marley. Depois que ela vê a mensagem dele, a cantora meio que desperta do sonho e se sente feliz com isso. Ela levanta junto com os demais e dança feliz, mas ela está feliz porque percebeu a realidade, enquanto os outros só estão fazendo o que já faziam antes. Quando ela percebe que só ela despertou, fica em choque. Ah, detalhe que eles estão todos dançando meio que entre um brinquedo e outro, literalmente presos dentro do parque.

Para saber o que mais eu achei e acontece, não deixe de assistir aos vídeos! Comente aqui embaixo o que achou do clipe e da análise :3

Conheça o filme independente 'American Honey'

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxe a resenha do filme 'American Honey' de 2016. Confiram :)

Poster

'American Honey' (em português docinho da américa - não coloquei a tradução porque acho que fica de mal gosto), é um filme norte-americano dirigido por Andrea Arnold e estrelado por Sasha Lane – é seu primeiro papel no cinema -  e por Shia Labeouf. Por ser um filme com atores nada conhecidos além do Shia  (tanto que os outros personagens do filmes também são atores que nunca tiveram nenhuma experiência com cinema), pode ser considerado um filme independente. Especificamente na categoria Indie (sim, existe esta categoria no cinema), que são aquelas produções cinematográficas que possuem baixo orçamento, sem atores ou diretores de sucesso, ou seja, que é produzido com pouca ou nenhuma interferência de um grande estúdio de cinema.

Apesar de eu gostar sim de grandes produções, filmes independentes sempre me chamaram mais a atenção, justamente por requerer um cuidado maior na produção - já que o orçamento é limitado e não leva a marca e qualidade de um grande estúdio. Estou dando toda esta introdução sobre filmes independentes, porque American Honey é um deles e pelo qual eu me apaixonei. Ele também é considerado um road movie – que é quando um filme tem sua narrativa na estrada.


Falando sobre a trama de 'American Honey', ela tem sua protagonista em Star (Sasha Lane), uma jovem desajustada, que cansada com a situação em que vive – ela cuida dos dois filhos da irmã mais velha - sai em busca de uma carona para viajar e conseguir um emprego, e acaba descobrindo uma trupe de jovens desajustados como ela que viajam em uma van vendendo revistas pelos EUA. Ao conhecer Jake (Shia Labeouf), ela se encanta por ele – por ser engraçado e carismático, e ele acaba convidando Star para fazer parte da turma e assim ganhar uns trocados. À partir disso, a narrativa se desenvolve ao acompanhar os jovens através da estrada, tentando a vida a todo custo.

Os personagens também chamam a atenção em American Honey, porque são jovens completamente reais, sem estereótipos, parece que nenhum deles está atuando, tudo é muito natural e simples. Achei legal também que a diretora faz questão de mostrar as peculiaridades de cada jovem presente acompanhando Star em sua jornada, tudo é muito natural e flui muito natural nesse filme.



Nas questões técnicas, posso destacar a fotografia maravilhosa que é composta por jogo de luzes e cores naturais – a ambientação é toda externa e movimentos de câmeras muito bons, com destaque para os closes up. Grande parte do filme é gravado com câmera na mão, que aproxima o espectador e gera maior realismo, já que se tem a impressão de estar ao lado dos personagens. Câmera na mão é um recurso pouco utilizado no cinema porque requer muito cuidado e por isso que eu acho que é um ponto positivo pra American Honey. 

A trilha sonora também é muito boa, constituída por raps americanos tocando alto dentro da van. A única coisa que deixa a desejar é o roteiro, que não é bem construído, fazendo com que a história não se sustente, não há também o desenvolvimento dos personagens, a narrativa vai apenas sendo levada pelas lentes da diretora. Por fim, tenho certeza que o filme irá te cativar e trazer uma experiência diferente sobre o cinema.


Discos Lançados em Janeiro (2017)

Opa! Tudo bom? Antes tarde do que mais tarde: hoje nós vamos falar dos principais discos lançados em janeiro:



Vou começar com lançamento que não foi bem disco, mas sim EP. A gravadora Columbia Records disponibilizou no aniversário do cantor David Bowie, algumas músicas inéditas do artista feitas. O EP póstumo intitulado “No Plan” conta com três gravações novas e Lazarus (já presente no disco ‘Blackstar’). Ouça aqui. 

No Plan


11 Short Stories of Pain and Glory

Agora vamos aos discos propriamente ditos! Vou começar falando de uma banda que infelizmente acho que ainda é pouco conhecida: Dropkick Murphys. Os caras são americanos mas fazem um gênero intitulado “Irish Punk” ou “Celtic Punk”. Basicamente é uma banda de punk rock, porém além das guitarras acrescenta gaita de fole, acordeon e banjo. Quem curte maluquices como Gogol Bordello e Flogging Molly precisa conhecê-los (se é que ainda não conhece). 

O Dropkick Murphys lançou em janeiro o disco “11 Short Stories of Pain and Glory”, que como diz o nome, fala justamente de histórias de sofrimento e glória vividas pelos membros da banda. Temas como conquistas de sonhos, atentados terroristas, e muito mais são abordados nas faixas. Além disso, eles trazem uma versão de ‘You’ll Never Walk Alone’, que é dos anos 40 mas até hoje muito cantada especialmente pelo time de futebol Liverpool. O disco está sensacional (como tudo o que eles fazem)!. Ouça aqui.


I See You

Outro lançamento de Janeiro foi a banda The XX com o disco “I See You”. O grupo já tinha lançado um single esse ano, e outro no final do ano passado. Vale lembrar que a banda vem ao Brasil agora esse semestre para o festival Lollapalooza. Ouça aqui. 

A Girl A Bottle A BoatMais um lançamento bem legal de janeiro foi a banda Train com ‘A Girl, A Bottle, A Boat’. Train pra quem não se lembra foi a banda que parou o mundo em 2009 com a musica “Hey, Soul Sister’. O disco está bem divertido e é o primeiro da banda desde 2012. Ouça aqui,

Machine Messiah

Por último e não menos importante, temos o Sepultura com seu 14º álbum: Machine Messiah. O conceito deste trabalho envolve justamente a robotização da sociedade moderna. Segundo o Andreas Kisser, é como se a humanidade estivesse retornando ao ponto de partida, essa coisa “homem vs máquina” e tudo mais. Bem interessante. Ouça aqui.

 Estes foram os principais lançamentos de janeiro. Qual gostaram mais? Qual já escutaram??

Destaques do Grammy 2017

Opa! Tudo bom? No último domingo aconteceu o Grammy 2017, que pra quem não sabe, é a maior premiação no mundo da música. Acompanhei algumas coisas em tempo real lá no Twitter (@dudsparrow) mas achei melhor fazer um post completo mesmo com atraso comentando sobre os principais vencedores e um pouco da minha opinião sobre eles. Vamos conferir: 

Grammy 2017

A cantora Adele foi a principal vencedora da noite de domingo. A britânica levou os prêmios de Melhor Performance Pop Solo, Melhor Gravação e Música do ano por 'Hello' e também "Melhor Álbum Pop Vocal" e "Álbum do ano" por '25'. Para mim, Adele é uma excelente cantora e dona de uma autoridade e performance incrível, e isso foi bem visível na apresentação de 'Hello' e na homenagem ao George Michael (que inclusive ela pediu para reiniciar pois havia errado uma nota. Pedir para reiniciar assim, ao vivo, pra mim é de muita coragem). 

Apostas para o Oscar 2017


Opa! Tudo bom? Neste mês a nossa colunista cinéfila Elisa - que já assistiu a praticamente todos os indicados ao Oscar - fez um apanhado com suas principais apostas! 


Com a chegada do Oscar me preparei assistindo aos filmes que estão concorrendo na categoria de melhor filme. Aqui estão as minhas principais apostas, ou seja, os filmes que acredito que terão mais chances de ganhar a estatueta. Dentre os que estão concorrendo, destacarei "Estrelas Além do Tempo, "A Chegada" e o hypado "La La Land". Vamos às críticas e o porque acho que vão levar o prêmio.

Clipes Dirigidos por Floria Sigismondi

Opa! Tudo bom? Hoje eu trago um quadro novo para o Canal Red Behavior chamado Grandes Diretores. Nele eu irei escolher um diretor de videoclipes, irei falar um pouquinho sobre a vida artística e ainda irei escolher quatro principais trabalhos para comentar um pouco. Lembrando que é um quadro novo, então ainda estou ajustando o funcionamento, a frequência e tudo mais. Espero que gostem. Escolhi para inaugurar o quadro a italiana Floria Sigismondi. Assista o vídeo completo abaixo:



Floria Sigismondi é fotógrafa e diretora, e sua fama vem especialmente dos inúmeros vídeos musicais que ela dirigiu, dos comerciais para grandes marcas como Adidas, Motorola, Mac, entre outras, e também por ter dirigido o filme ‘The Runaways” com Kristen Stewart and Dakota Fanning. Ela começou a carreira como fotógrafa de moda e seu trabalho costuma ser bastante obscuro e enigmático. Escolher somente cinco clipes da carreira dela foi uma tarefa um tanto complicada e até injusta, já que ela dirigiu mais de quarenta vídeos musicais. Mas vamos aos clipes escolhidos:

Discover: Krênides

Opa! Tudo bom? A coluna Discover ainda não tinha dado as caras em 2017, mas aqui está ela! Hoje trago uma banda gaúcha de metal cristão com uma mensagem muito impactante.

A Krênides é uma banda de Heavy/Thrash Metal de Porto Alegre, constituída por 4 integrantes: Anderson Miranda (Guitarra/Vocal), Michael Klingner (Guitarra Solo), Moisés Sebajes (Baixo) e Jean Ricardo (Bateria). O grupo surgiu em 2014 após um convite para participar do CD de tributo a banda norte-americana Bride. Pra quem não conhece, a Bride foi uma banda americana de metal cristão de grande popularidade na cena. Eles encerraram suas atividades em 2013, mas ainda são referência e influência para toda a cena underground cristã.


O nome ‘Krênides” se dá em em homenagem ao antigo nome da cidade de Filipos que significa “Lugar das Fontes”. A mensagem proposta pelos caras é justamente levar uma mensagem positiva, forte, verdadeira e através do Heavy Metal, expressar aquilo que acreditam e vivenciam. Entre os temas abordados nas canções, estão fé, esperança, força, persistência e gratidão! As letras tem cunho introspectivo e servem para refletir junto das melodias.

O mais recente lançamento do Krênides foi o EP ‘Ressureto”, com 4 faixas. Ele inclusive já está disponível para download pago diretamente com a banda e também no exterior, no Reino Unido. Este disco está disponível para audição aqui. O vídeo abaixo, que compõe o Live Session, é o primeiro de 4 vídeos que a banda irá postar em seu canal. Neste em específico, eles contam com a participação especial do guitarrista Juliano Ângelo da banda “It's All Red”, que fez abertura do show do Megadeth em 2016:



Atualmente a banda está trabalhando nas músicas novas do próximo CD e também no videoclipe da de uma das músicas do EP - "Peregrinação do Mal". O Clipe desta música abordará um tema bem pesado que é justamente do que fala esta canção: Suicídio. Segundo eles “Peregrinação do Mal apresenta o filho pródigo nos dias de hoje. Um jovem que abandona o conforto da sua casa para viver os próprios caminhos, quebra a cara, se aprofunda com falsas promessas, por fim tentando tirar a própria vida. O detalhe principal da música é que terminamos ela trazendo a mensagem de que há uma saída e esperança. Que nada está perdido.” Legal né?! Vamos esperar para ver como eles irão trabalhar isto em um vídeo!

Para conhecer melhor o Krênides e ficar por dentro das novidades, siga eles no Facebook e em seu site oficial.

Já conheciam essa banda? Gostam de metal cristão?