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Titãs em Porto Alegre: Apesar de mais uma baixa, a banda segue excelente

Opa! Tudo bom? Na última sexta-feira rolou aqui em Porto Alegre mais um show da banda Titãs. A turnê faz parte do disco “Nheengatu” e contou com a nova formação da banda. Dessa vez, quem vai falar mais sobre isso é o Lucas Vidal e também vai explicar mais um pouco sobre essa nova formação dos caras. Confiram:




De todas as bandas brasileiras dos anos 1980, os Titãs estão entre as que conseguiram construir a carreira mais sólida. Sem pausas, permanecendo na mídia desde o início das suas atividades e lançando discos sempre elogiados, o grupo resistiu não só ao tempo, mas à saída de muitos dos seus integrantes. Primeiro, Arnaldo Antunes foi cuidar da sua carreira solo. Poucos anos depois, uma tragédia tirou a vida do guitarrista Marcelo Frommer. Na sequência, saíram Nando Reis, com o mesmo pretexto de Arnaldo, e Charles Gavin, que hoje é apresentador do Canal Brasil. O último a abandonar a barca foi Paulo Miklos, e essa ausência foi muito sentida no Opinião, em Porto Alegre, na última sexta-feira.


Já acostumados a lotar a clássica casa de shows da capital gaúcha, os remanescentes Branco Mello, Tony Bellotto e Sérgio Britto, acompanhados do baterista Mario Fabre e do guitarrista Beto Lee, entregam-se com uma garra comovente. Começam com Cabeça Dinossauro, que dá nome ao disco mais famoso do grupo, lançado em 1986. “Cabeça Dinossauro/Pança de mamute / Espírito de Porco”. Eis a letra que plateias de todo o Brasil cantam em plenos pulmões há décadas. AA UU e Diversão, interpretadas por Sérgio Britto, dão continuidade ao espetáculo. Logo após, Mello apresenta A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana, um dos pontos altos da noite. A refinada crítica à indústria musical e à supervalorização dos artistas de língua inglesa em detrimento dos nacionais é entoada por todos.

Foto tirada do Facebook oficial da banda

O Pulso, Aluga-se (de Raul Seixas) e Será Que É Isso Que eu Necessito? seguem empolgando. Em Sonífera Ilha, o primeiro sucesso deles, do álbum de estreia, de 1984, boa parte do público protagoniza na pista do Opinião um retorno aos anos 80, com uma dança daquelas que costumamos ver nos clipes da década. O ambiente não poderia estar melhor. Quando o clima de nostalgia começa a tomar conta, os Titãs chegam com Fardado, o rock pesado do mais recente álbum, Nheengatu. Uma pena que “Fardado / Você também é explorado” não seja mais um refrão poderoso como era com os vocais de apoio de Miklos. Os fãs retribuem o esforço da banda, fazendo as vezes do integrante recém saído.

Chegada ao Brasil, de Mello, é a outra representante de Nheengatu e talvez a única que deixa a desejar, dispersando parte dos espectadores. Muitos aproveitam para fazer sua selfie, comentar algo com os amigos. Televisão e Lugar Nenhum trazem a plateia de volta e antecedem uma novidade: o icônico guitarrista Tony Bellotto assume o microfone em Pra Dizer Adeus, que compôs em parceria com Nando Reis para o disco Televisão, de 1985. Ele começou a cantar somente no ano passado, e em palcos gaúchos esse foi um fato inédito. Epitáfio é daquelas que até as paredes do Opinião sabem a letra. É um dos maiores clássicos dos Titãs. Emocionante!

Foto tirada do Facebook oficial da banda

Se a apresentação acabasse aqui, com certeza ninguém reclamaria, mas os Titãs não cansam de empilhar hits. Marvin, Flores, Polícia e Homem Primata estão na lista de músicas que o país inteiro tem a letra na ponta da língua. Ovacionados, eles abandonam o palco. Como já é tradicional nas suas exibições, eles retornam em menos de cinco minutos. Os sucessos Desordem e Bichos Escrotos são executados na volta. Aproximando-se do fim, acontece a única escolha questionável. Com seu refrão recheado de palavrões direcionados a políticos corruptos, Vossa Excelência é uma das mais representativas canções da banda nos últimos anos, mas é impossível não sentir falta da voz de Miklos gritando “Filho da puta / Bandido/ Corrupto/ Ladrão”.

Foto tirada do Facebook oficial da banda

Depois de mais alguns minutos fora, os Titãs fazem o segundo bis, com É Preciso Saber Viver, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Depois de um desfile de duas horas de composições políticas, românticas, bem humoradas e críticas, se despedem com uma bonita balada do Rei. O show, apesar de excelente, deixa uma dúvida: será que os Titãs continuarão resistindo à mais recente baixa? As vozes de Arnaldo Antunes e Nando Reis já deixavam saudade. Agora uma terceira voz está sendo substituída nas apresentações. Os fãs do rock brasileiro torcem para que Branco Mello, Tony Bellotto e Sérgio Britto se saiam tão bem nos próximos anos quanto se saíram na noite da última sexta-feira no Opinião :)


Resenha do filme 'Maria Antonieta'

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxa a resenha do divertido e controverso 'Maria Antonieta', de 2006 e dirigido por Sofia Coppola!

resenha do filme

Maria Antonieta é um dos meus filmes preferidos por justamente falar da rainha da França do século XVIII e por ser dirigido por Sofia Coppola, que fez um ótimo trabalho com esse filme. Apesar de se tratar de uma narrativa histórica, pois narra a vida de Maria Antonieta desde a chegada na corte francesa até sua morte sendo guilhotinada na Revolução Francesa, Coppola conseguiu contar tudo isso de uma forma jovial, moderna, fascinante e glamourosa como Maria Antonieta deveria ser em vida. O filme é protagonizado por Kirsten Dunst, que está perfeita em seu papel como a rainha da França. 

Acompanhamos a jornada dessa controversa figura histórica desde quando ela, com 14 anos sai da corte austríaca e se muda para Paris para se casar com o príncipe Luis XVI, passando por seu relacionamento conturbado com ele, e seu desajuste e solidão dentro da corte, que era recheada de regras e tradições nas quais ela não se encaixava. Além disto, ela enfrenta as constantes pressões para gerar um herdeiro da linhagem real e assim, sustentar a monarquia. 

resenha do filme

"Maria Antonieta" também mostra o lado mais clássico da sua história, pelo qual ela ficou famosa e que gerou sua morte: sua vida ser regida por muitas festas e gastanças com roupas, sapatos e lazer. Tudo isto era bancado com o dinheiro que deveria servir para satisfazer a necessidade da população, que aliás era sua constante despreocupação com a situação política da França, não podendo assim, atuar como uma verdadeira rainha que serve o seu povo, gerando o ódio da população.

Sofia Coppola conseguiu traduzir em 'Maria Antonieta' todas estas situações. O roteiro é bem adaptado e organizado, já que se trata de transpor em audiovisual fatos históricos, o figurino é impecável e maravilhoso, consegue manifestar através de todo o pano utilizado toda a personalidade da rainha, que vai de inocente e frágil - detalhe para as cores claras e em tons pastéis, à sedutora e manipuladora – cores escuras e tons quentes, o figurino conseguiu extrair as facetas de Maria Antonieta.


A trilha sonora também é bem diferente e muito legal, já que Coppola optou por dar uma aura mais moderna – temos uma música do The Strokes como plano de fundo para uma determinada cena. A fotografia é incrível, sempre focando em detalhes e fazendo composições lindas de ambientes internos e externos, além, claro, da direção de Sofia Coppola que conseguiu unir isso tudo e fazer do filme um marco contemporâneo.


Notícias sobre shows internacionais: Fevereiro

Opa! Tudo bom? Como de costume, no final do mês eu faço um apanhado nas notícias sobre os próximos shows internacionais que vão rolar no Brasil e que foram anunciados no mês que passou! Fevereiro foi mais curto, mas mesmo assim cheio de novidades tanto em shows solo como em festivais, especialmente para quem curte bandas mais antigas. Confira:


O escocês Paolo Nutini fará uma única apresentação no Brasil. A apresentação será em São Paulo, no Audio Club, e será a primeira vez do artista no país. O álbum mais recente do artista foi “Caustic Love”, de 2014. Talvez você já o tenha ouvido em Gray's Anatomy ;)



O lineup do festival carioca só aumenta. Em fevereiro foram confirmados Justin Timberlake, The Offspring, Alice Cooper, Sepultura e Shawn Mendes. As datas e atrações especificadas estão na nossa página. Vale lembrar que ainda falta anunciar a grande atração do dia 23 de setembro, que ainda permanece em segredo. 


A veterana "The Who" deve se apresentar pela primeira vez no Brasil este ano! Serão três shows no Brasil, um no Chile e um na Argentina, na primeira turnê na América do Sul da história de mais de 50 anos do The Who. Os locais e datas ainda não foram anunciados ou confirmados, e especula-se até uma participação no Rock in Rio!



A banda australiana Midnight Oil confirmou cinco shows pelo Brasil. O grupo promete continuar com seu ativismo político tradicional durante as 50 apresentações ao longo da turnê. Por aqui os shows serão em Porto Alegre (25 de abril, no Pepsi On Stage), Curitiba (27 de abril, no Live Curitiba), São Paulo (29 de abril, no Espaço das Américas), Rio de Janeiro (30 de abril, no Vivo Rio) e Brasília (2 de maio, no Net Live). 


A produtora Move Concerts confirmou dois side shows do Maximus Festival em Porto Alegre. Trata-se de Slayer + Red Fang, dia 11 de maio, e Rob Zombie + Ghost, dia 10 de maio; ambos no Pepsi On Stage. Está será a primeira vez das bandas em Porto Alegre.


A produtora Free Pass Entretenimento confirmou a vinda do grupo norte-americano Mr. Big ao Brasil em agosto deste ano. O grupo passará por 4 capitais executando os grandes hits da banda! 

Todas as informações completas estão na nossa agenda. Gostaram das novidades? Me contem se pretendem ir em algum desses :)  



Resenha do disco 'Lost Whispers' do Evanescence



Opa! Hoje trouxe a resenha do disco semi-inédito do Evanescence: Lost Whispers. “Lost Whispers” faz parte do projeto “The Ultimate Collection”, que reúne os álbuns “Fallen”, “The Open Door” e “Evanescence”, além do disco de demos “Origin”, de 2000.Todos os discos estão em formato Vinil e acompanhados de um livro com fotos especiais.


Quando eu soube que o Evanescence iria lançar nesta coleção um disco de coletânea, imaginei que fosse conter os principais hits da banda. Para minha surpresa positiva, não foi isto o que aconteceu. ‘Lost Whispers’ é uma junção de b-sides e músicas pouco conhecidas da banda - o que para os fãs é um presente.

O disco começa com ‘Lost Whispers’, que é uma faixa introdutória com menos de um minuto de duração. A segunda faixa já é um dos grandes destaques do disco: a nova versão de Even in Death. O primeiro disco de estúdio do Evanescence foi Fallen de 2003, mas o que pouca gente sabe é a banda lançou um cd demo em 2000 chamado ‘Origin’. O álbum teve uma tiragem bem limitada e originou três faixas que posteriormente foram refeitas e lançadas em ‘Fallen’: My Immortal, Whisper e Imaginary. ‘Origin’ apesar de pouco produzido, tem faixas muito boas, entre elas ‘Even in Death’, que foi refeita para Lost Whispers.


Em seguida o disco traz um trio característico da fase ‘Fallen’: Missing, Farther Away e Breathe no More. Missing é uma música incríveis, uma das minhas preferidas deles, e ela foi B-Side de Fallen e depois apareceu como single do dvd ‘Anywhere But Home.’ Esse dvd e cd, aliás, trazem versões ao vivo do disco Fallen e de outras músicas como estas que estão no Lost Whispers: Farther Away e Breathe no More. “Breathe no More” em versão de estúdio pra mim é uma das coisas pelas quais este disco já valeu a pena.

Na sequência o disco traz If You Don’t Mind, que é uma faixa que foi tocada pela primeira vez ao vivo no Brasil, e eu estava lá. Foi no show em Porto Alegre em 2012. No ano seguinte a banda lançou a versão de estúdio, mas a faixa acabou um pouco esquecida, o que é uma pena. Together Again é uma faixa que deveria ter entrado em The Open Door, mas não entrou. Deveria ser da trilha sonora de Narnia mas também acabou de fora.



Por fim, a música foi lançada em 2010 como single e teve toda renda arrecadada revertida para doações às vítimas do terremoto no Haiti. Falando em ‘The Open Door’, a faixa seguinte é “The Last Song I'm Wasting On You” que foi b-side do disco. É uma faixa bem bonita e sentimental, fiquei feliz de ter sido lembrada neste disco. As quatro últimas faixas: ‘A New Way To Bleed’, ‘Say You Will’, ‘Disappear’ e ‘Secret Door’ fazem parte da edição deluxe do disco ‘Evanescence’ de 2011. Particularmente acho ótimas músicas, mas achei a inclusão delas uma coisa bem óbvia e se tem uma coisa que este disco não foi foi ‘óbvio’.

Para saber mais sobre a minha opinião sobre o disco, não deixe de assistir ao vídeo. Comentem aqui embaixo o que acharam da resenha e do disco :)

'Moonlight' e outros ótimos filmes do Oscar

Opa! Tudo bom? Ontem o Oscar surpreendeu a todos com a entrega do prêmio para o filme 'Moonlight'. A Elisa assistiu a todos os indicados ao prêmio e comentou um pouco sobre cada um deles. Os principais destaques e preferidos dela ficaram neste post. Leia abaixo sobre o vencedor e os demais indicados.

Moonlight: Sob a Luz do Luar 
oscar

Moonlight é o filme mais alternativo entre todos esses indicados. É dirigido por Barry Jenkins e estrelado por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Mahershala Ali, sendo que os dois primeiros atores fazem o mesmo personagem, porém o primeiro faz ele criança e o segundo ele adolescente. A narrativa desse filme é bem complexa, pois foca em Chiron, um garoto que mora num subúrbio rodeado pelo tráfico de drogas e que tem uma vida complicada que incluí problemas com a mãe que é dependente química, bullying na escola e incerteza quanto à sua opção sexual. 

Todas as cenas são muito intensas e com ótimas atuações, é um filme extremamente humano, trata de problemas comuns com gente comum, é um filme sensível. Dos que citei neste post, foi o que eu mais gostei, foi uma experiência cinematográfica muito rica. A trilha sonora é muito boa, a direção também é excelente, tudo bem encaixado: roteiro, plano, cenas, aliás, os planos usados pelo diretor são todos muito delicados, expressivos e detalhados. Vale muito a pena ver esse filme! Recomendo muito! 


Lion: Uma Jornada Para Casa 

Lion é dirigido por Garth Davis e estrelado por Rooney Mara, Dev Patel e o pequeno e contagiante Sunny Pawar. O filme conta a história real do indiano Saroo, que quando tinha apenas cinco anos, se perdeu de seu irmão mais velho em uma estação de trem em Calcutá e acabou perdendo completamente o contato com toda a sua família. O filme possui três linhas do tempo: a vida de Saroo com a família antes do desaparecimento, a partir de seu desaparecimento: tudo o que ele passa longe da família, perdido e sozinho vagando por diversas cidades e sua vida depois de adotado por uma família australiana que o acharam em um orfanato até o momento em que Saroo decide encontrar a família biológica, que é a grande trama do filme. 

O roteiro é um pouco desconexo, já que mexe com três linhas do tempo e tudo fica muito misturado e confuso, a história começa bem, mas ao longo do filme vai se perdendo. A fotografia é muito bonita, porém os atores poderiam ter sido melhor dirigidos. Também não consegui me envolver com a história, chegou uma hora que eu tava torcendo para que o filme acabasse logo. Apesar da minha opinião negativa em relação à Lion, por ele estar concorrendo ao Oscar, acredito que vale a pena assistir. 

Um Limite Entre Nós 

Baseado na aclamada e premiada peça teatral de mesmo nome, dirigido por Denzel Washington, que também atua como protagonista juntamente com a ótima Viola Davis, Um Limite Entre Nós é pesado, lento, com diálogos rápidos, porém muito humano. A narrativa é sobre Troy, um homem que trabalha como catador de lixo, mas que sonhava em se tornar um grande jogador de beisebol durante sua infância. Devido à algumas situações que a vida colocou em seu destino, Troy acaba desistindo do sonho e tendo uma vida comum e fracassada. Além do foco na vida frustrada do personagem, o filme traz o relacionamento dele com a esposa Rose e com o filho. 

O longa é bem dirigido, tem boa fotografia e roteiro, porém como eu disse anteriormente ele é lento narrativamente e nos momentos de diálogos, que são muitos, ele é extremamente rápido, tanto nas falas dos personagens quanto na câmera que os acompanha. É pra ser devorado com muita paciência. Eu estava esperando bem mais do filme, mas gostei. 

Até o Último Homem 

Esse foi um filme que eu não estava esperando nada, estava neutra em relação a ele e estava até achando que fosse sem graça, porém gostei bastante, me surpreendeu. 'Até o último Homem' é dirigido por Mel Gibson, protagonizado por Andrew Garfield e baseado numa história real. Durante a Segunda Guerra Mundial, Desmond Doss, decide se alistar no exército para cumprir um dever patriótico e ajudar os soldados como médico, porém ele se recusa a pegar em armas, pois sua extrema fé em Deus o faz acreditar que não deve matar. Enfrentando brigas e preconceitos pela sua crença, Desmond faz de tudo para que reconheçam que, mesmo sem pegar em armas ele pode sim ajudar o exército americano na guerra. 

O filme não é sobre um homem que vai para a guerra salvar vidas, mas sim sobre a consciência de um homem que é extremamente enraizado em sua fé. Com um roteiro bem organizado e estruturado, o filme conseguiu fazer eu me prender na história, a direção de Mel Gibson também é muito boa, ele usa diversos planos e usa de metáforas e pequenos detalhes para mostrar a fé daquele personagem, as cenas de guerra são bem fiéis e de certa forma muito bonitas, justamente por representar com bastante realismo o horror da guerra. É um filme bem interessante e que te faz ter momentos de ódio e de amor pelo protagonista.  

A Qualquer Custo 

Já adianto que foi o filme que menos gostei, passei o filme inteiro sofrendo pra conseguir me prender na história, porém não consegui, fiquei esperando ansiosamente os créditos subirem. Até agora estou sem entender porque esse filme tá concorrendo, mas enfim. A história é sobre dois irmãos que assaltam bancos, pois por não pagarem os impostos da fazenda em que vivem, estão prestes à perde-la e decidem optar pela atividade criminosa para conseguir quitar a dívida com o Estado e em paralelo a história acompanha os dois detetives que tentam pegá-los. 

O filme tem como plano de fundo o interior do Texas, nos EUA, com todo seus costumes interioranos e preconceituosos. Acredito que o filme serve mais como uma crítica social mesmo, pois trata da difícil relação do país com a população indígena e sobre miséria material e humana dentro do cenário. O lado positivo vai para a fotografia, que é muito bonita, mostrando a paisagem americana de um modo bem realista, mas ao mesmo tempo poética. Bom, essas foram as minhas críticas. 


E aí o que acharam? Concordam comigo, discordam? Mas independente disso, assistam os filmes, mesmo os criticados negativamente por mim devem ser assistidos como uma forma de se conhecer mais o cinema e todo seu encanto.