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Amy Winehouse antes de Frank

Opa! O fotógrafo Charles Moriarty fotografou a cantora Amy Winehouse antes de seu primeiro disco, “Frank”, em 2003. Nas fotos, Amy tinha apenas 19 anos e era bem feliz e saudável. As fotos foram tiradas em Nova York e Londres. 


As imagens fazem parte do livro fotográfico “Before Frank”, que ainda não foi lançado. 


Eu me lembro deste momento com a Amy. Quando olho pra estas imagens não consigo não sorrir. Você pode ver a liberdade e felicidade da juventude nelas; elas também são o reflexo da minha vida naquela época, e foram a chave pro meu desenvolvimento como fotógrafo”, diz Charles


Você pode conferir outros trabalhos do fotógrafo em seu site oficial :)




A coluna Fotografia traz sempre uma série especial de algum fotógrafo(a) que me chamou atenção seja na internet ou na vida real. Fique à vontade de me indicar uma série de fotografias :)

Por Dentro de Sunday Bloody Sunday, do U2


Opa! Hoje estou trazendo uma “coluna” nova aqui no Red Behavior. No “Por dentro de…” analisarei uma música, seu significado e contexto. Avisem se gostarem deste estilo ^^. Hoje falarei sobre Sunday Bloody Sunday, do U2. A faixa está presente no álbum “War”, lançado no início 1983.

Contexto:
Na segunda metade do século 20, a Irlanda do Norte vivenciava um embate religioso e político: a região era de domínio inglês de religião protestante, porém possuía uma expressiva minoria da população de religião católica, o que gerava um conflito. A hostilidade tornou-se ainda mais forte com a independência da Irlanda (região sul) ocorrida em 1922, enquanto a parte nortenha permanecera em domínio do Reino Unido.

Em 30 de janeiro de 1972 ocorre na cidade de Londonderry o episódio que ficaria conhecido como "Domingo Sangrento", em inglês “Bloody Sunday”. Naquela tarde de domingo cerca de dez mil manifestantes civis católicos foram às ruas, protestar contra as prisões arbitrárias e sem julgamentos da política britânica. O protesto apesar de pacífico era ilegal, visto que o Parlamento proibira manifestações desta espécie.

Durante a passeata, os manifestantes foram surpreendidos pelas tropas britânicas. Este confronto terminou tragicamente com a morte de treze pessoas e mais de quatorze feridos. O episódio marca com sangue e revolta o regime britânico no país - especialmente porque os manifestantes não estavam armados.



Neste cenário o U2 lança a música “Sunday Bloody Sunday” em 1983 , reação de indignação e solidariedade direta com a Irlanda do Norte e os católicos envolvidos. A letra descreve o acontecido do ponto de vista pessoal das vítimas inocentes ou familiares dos protestantes, tratando o ocorrido como um massacre sem precedentes:

I can't believe the news today
I can't close my eyes and make it go away
How long, how long must we sing this song? [...]
Broken bottles under children's feet
Bodies strewn across the dead-end street
But I won't heed the battle call
It puts my back up, puts my back up against the wall [...]

And the battle's just begun
There's many lost, but tell me who has won?
The trenches dug within our hearts
And mothers, children, brothers, sisters torn apart
Sunday, bloody Sunday
How long,
how long must we sing this song?

Interpretada em primeira pessoa, a faixa tem como ponto de partida a percepção do autor em relação ao ocorrido. Este imediatamente posiciona-se contra a violência em si e não delimita apoio ao IRA tampouco as tropas britânicas. O questionamento feito é justamente por conta da violência “gratuita” ocorrida na manifestação.


Muita gente associa o U2 diretamente à causas humanitárias e engajamento político, mas nem sempre a banda foi assim. É justamente por isso que Sunday Bloody Sunday traz esse marco na carreira deles. O álbum “War” consolida a banda no cenário de engajamento político e social em prol dos direitos humanos e da paz. As canções deixam de ser abstratas e passam a ser concisas e de maior conteúdo.

Já conheciam a história desa música? O que acharam? ;)

Apreciar Arte: Pintura Rupestre

Opa! Hoje na coluna sobre arte, a Izabella Cordeiro no traz um pouco sobre a arte mais antiga de todas: a arte pré-histórica :)


Durante o curso de Arquitetura estudei sobre História da Arte, fiz pesquisas, até mais do que deveria. Algo que acho muito interessante em compartilhar é fazer com que possam ver beleza naquilo que é considerado "feio". Foi um pequeno estudo sobre a arte pré histórica que me fez ver a verdadeira beleza nas coisas.


Aquele povo que desenhava bichinhos nas parede de cavernas e rochas, embora ainda não conhecessem a escrita, eles já pintavam. Claro que a pintura deles não era para ser apreciada como um quadro em um museu,  e sim para se comunicarem. Os desenhos de animais feitos nas paredes das cavernas eram mais do que meras pinturas. O homem evoluiu, e hoje retrata animais e homens perfeitamente com um hiper realismo em telas, como se isso fosse realmente a arte perfeita.  E não é, ao menos penso assim.


Os desenhos das cavernas variavam muito de acordo com a necessidade. O importante era compreender o que eles queriam dizer. Um desenho de um mamute, por exemplo, com diversos homens usando lanças, arco e flecha ou outras armas nas mãos em determinadas posições significava que era o jeito certo de matar o animal. Também era retratados homens que tentavam fazer diferente e acabavam mortos, ou seja, “não mate um mamute desse modo”. O tamanho e proporção dos animais em relação aos homens não eram desconsiderados. Se desenhasse um sapo, o humano estaria maior, se desenhasse um mamute o mamute estaria maior, se fosse um dinossauro o dinossauro estaria muito, muito maior. Assim os “leitores” entendiam o recado e saberiam o que eles iriam enfrentar, que tipo armas usar e se eram selvagens ou não.


Eles costumavam utilizar sangue e extrato de folha das árvores para tingir, além de ossos, pedras e madeira para esculpir. Além de situações de caças, também eram representados rituais religiosos, cultura e um modo de vida em geral.  Quando se entende um pouco do significado da expressão humana, fica difícil não apreciar e encontrar beleza naquilo que é desconhecido. Como não entrar em uma caverna cheia de traços dos antepassados e não ficar babando com a beleza, com a simplicidade?  Um modo tão primitivo de se expressar, mas que transmite grande conhecimento. Agora sim, nos tempos de hoje podemos olhar para elas não para tomar cuidado com bicho selvagem gigante mas com olhares de admiração.

Espero que tenham gostado dessa faisquinha sobre a arte antiga e possam achar beleza nela tanto quando eu.





Resenha: Memórias de uma Gueixa

Opa! Hoje a Elisa nos traz a resenha de um dos filmes mais sensíveis que já assisti: Memórias de uma Gueixa.

Baseado no livro de mesmo nome do autor Arthur Golden e dirigido por Rob Marshall, Memórias de uma Gueixa é um drama que conta a história de Chiyo, uma menina que foi vendida pela família à uma casa de iniciação de gueixas. O filme conta desde a infância sofrida da moça na casa de gueixas, até quando ela mesma se torna uma, mudando de nome e aderindo à novos costumes. Ambientado no Japão em 1929, a narrativa se divide entre o período pré-Guerra Mundial e pós-Guerra.

No período pré-Guerra, quando Chiyo é vendida para o Okiya (casa de gueixas) ela logo se torna alvo de Hatsumomo, uma das gueixas de maior sucesso no Japão e que vive no okiya com o intuito de sustentar a casa. Hatsumomo se vê ameaçada pela menina, que por ter olhos cinza-azulados (o que é raro para os japoneses), será uma atrativo a mais para se tornar gueixa e tomar logo o lugar dela como a mais lucrativa da casa. Tornando-se escrava da casa, Chiyo sonhar em ser uma gueixa quando conhece o presidente de uma companhia, que ao vê-la chorando na rua, lhe paga um sorvete e lhe dá seu lenço e umas moedas como forma de acalmar a menina. À partir disto, ela decide se tornar gueixa para poder ver o presidente novamente e quem sabe ter uma história de amor com ele. Os planos da menina se tornam realidade, quando, sob tutela de uma gueixa, ela inicia o processo para se tornar uma e à partir daí temos o clímax da história que é a sua iniciação no mundo delicado e complicado das gueixas.


Para se tornar uma dessas cobiçadas mulheres, as japonesas passam a vida toda treinando suas habilidades de tocar o shamisen (espécie de banjo), servir o chá, desenhar, dançar, e saber entreter os homens com conversas e atos delicados. Vemos tudo isso no filme ao longo das memórias contadas pela protagonista e mergulhamos nessa cultura que é tão diferente da nossa. Nos transportamos para este universo de delicadeza destas mulheres, que têm como objetivos de sua vida apenas entreter os homens e serem reconhecidas por isto.

A história nos possibilita fazer uma crítica do papel que as mulheres desempenham na sociedade, uma crítica que está tão em voga e de grande polêmica nas mídias de hoje, e que ao meu ver, o filme mostra bem que as mulheres têm o direito sim de escolher o que querem para as suas vidas, seja entretendo homens, como é o caso de Chiyo, ou desempenhando outros papéis. Para finalizar, ainda somos "presenteados" com uma estética maravilhosa, trilha sonora, fotografia e figurinos divinos! Vale muito a pena para conhecer um pouco dessa cultura do Japão que são as gueixas.
P.S: Está entre meus filmes favoritos!



Black Eyed Peas vai voltar?

Opa! Isso mesmo. O fenômeno pop dos anos 2000 - Black Eyed Peas - pode voltar a lançar músicas e álbuns novos. Foi mais ou menos o que disse will.I.am em uma recente entrevista. Isso quebra meu coração mas eu tenho que dizer isso, nós sempre deveríamos estar fazendo o Black Eyed Peas.” disse o cantor. O BEP está em “hiato indeterminado” desde 2011. A última reunião do Black Eyed Peas ocorreu sem a Fergie, em um especial aos 20 anos de carreia do grupo no clipe “Yesterday”, Vale lembrar que a formação inicial da banda em 1995 contava apenas com os três músicos.


Eu gostava bastante do Black Eyed Peas, especialmente do disco Elephunk de 2003. Vamos relembrar os trés principais hits do saudoso grupo:


Where’s the Love?




De longe um dos principais sucessos do Black Eyed Peas. A faixa - que conta com participação de Justin Timberlake, mesmo não aparecendo no vídeo - também foi o primeiro single a contar com Fergie, que entrou no grupo neste disco. A canção é pacifista e faz críticas ao preconceito, racismo e violência.


My Humps



My Humps, do disco Monkey Business de 2005, foi eleita pela revista Rolling Stone como a Canção mais Irritante desde 1950.  Não sei se pela chatice da música em si (confesso que acho que existem por aí outras bem piores) ou se pelo fato de que tocava incansavelmente em todos os lugares na época. O clipe é até bem humildão para o "padrão BEP", com umas danças duras e uma ou duas locações bem simplórias haha


I Gotta Feeling



O hino das formaturas! A música ganhou o Grammy de Melhor Performance Pop e foi a primeira música digital na história a vender mais de 7 milhões de cópias digitais nos Estados Unidos. Até hoje ela integra a lista dos dez singles mais vendidos de todos os tempos. 

O Black Eyed Peas é praticamente uma fábrica de hits. Acabei deixando de fora da lista músicas como Shut Up, Boom Boom Pow, Meet me Halfway, The Time (Dirty Bit), entre outras que também são hits enormes.

Vocês gostam/gostavam do grupo? Acham que esse retorno é verídico?