Dexter - A Mão Esquerda de Deus - Jeff Lindsay

(19/11 - Sei que estou em falta com vocês, mas assim que eu me desocupar um pouquinho ou que o semestre acabar (tá quase) você serão recompensados :)
Opa! Tudo bom?


Dexter foi uma série que entrou na minha vida meio do nada e já nos primeiros episódios ganhou totalmente meu coração. Com isso, resolvi ir atrás da série de livros que deu origem ao seriado. Hoje falarei do primeiro volume.

Dexter - A Mão Esquerda de Deus, de Jeff Lindsay, Volume I da série Dexter, 272 páginas, Editora Planeta

Sinopse: Dexter é o simpático perito especialista em sangue da polícia de Miami. Porém, também é um frio serial-killer. Diferente do tradicional, Dexter escolhe apenas vítimas que “merecem morrer”, tais como outros assassinos e etc. Neste livro, o personagem depara-se com um assassino com um estilo parecido com o seu: deixando as vítimas embrulhadas em pedacinhos. Além disto, ao que parece, o assassino está deixando alguma mensagem para Dexter.

É um pouco complicado ler um livro já tendo visto a adaptação pras telas sem ir com expectativa. Quase impossível. Neste caso, o livro dá uma base bem sólida de detalhes, mas a série é muito mais rica em conteúdo e suspense. Eu por exemplo, não ficava tão ansiosa pelo próximo capitulo (acho que porque, em tese, já sabia o que ia acontecer)
Falando apenas do livro, é um bom suspense sim, bem escrito e bem “tramado”. Dexter é, com o perdão da música, totalmente demais. Extremamente irônico e perspicaz. (Ou seja, Michael C. Hall realmente nasceu pro papel)

Estou bem ansiosa para ler os outros da série, pois soube que a historia muda totalmente de rumo, ou seja, menos expectativas e mais surpresas.

Como diz na orelha do livro: “Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima.”.


Formô!

Ilustradores #Beta: Marta Altés

Opa! Tudo bom?

Inaugurando hoje uma nova categoria aqui no RB, se gostarem terão novas ^^
A ilustradora Marta Altés resolveu misturar uma coisa simples com sua arte: fez desenhos a partir das lasquinhas do apontador.  O resultado é sutil e muito bonito.






Formô!

PS: ainda não tirei a foto do resultado do cabelo branco, posto no próximo post :)
PS2: se fosse o Willy Wonka já faria barrinhas de cereal com essas lasquinhas haha

Rock of Ages: O Filme


Alô! Tudo bem?

Rock of Ages, inspirado em um musical da Broadway, musical de Adam Shankman, 2012, 123 minutos

Sherrie (Julianne Hough) é uma jovem do interior que sonha em se tornar uma cantora de sucesso. Chegando em Los Angeles e tendo sua mala roubada, ela recebe ajuda de Drew (Diego Boneta), que trabalha no The Bourbon (tradicional casa de shows de rock) e que casualmente também aspira a ser um astro do rock. Ele a ajuda a conseguir um emprego na casa e os dois de cara iniciam um romance. Enquanto isso, Dennis (Alec Baldwin) e Lonnie (Russel Brand) tentam salvar o The Bourbon da falência e da ira da primeira-dama (Catherine Zeta-Jones), que considera o lugar e o rock como uma “manifestação do demônio”. A chance de recuperar o local está na renda do último show de Stacee Jaxx (Tom Cruise) com a banda Arsenal, antes de seguir carreira solo.

Pra começar, Rock of Ages é um musical. Ou seja, todo mundo canta e dança do nada e a história é um tanto clichê. Mas isso não o deixa o filme ruim, muito pelo contrário. É uma questão de gosto. Embalado pelos hinos do Hard Rock dos anos 80/90, o filme é muito divertido e rende boas risadas. Apesar de algumas melações e de eu particularmente achar a voz da Sherrie um tanto chatinha, o musical traz além das versões, vários mash ups que ficaram demais. Destaco a cena das freiras X rockeiros cantando "We Built This City" (Starship) e "We're Not Gonna Take It" (Twisted Sister). Outras versões ótimas foram More Than Words" (Extreme) e "Heaven" (Warrant), Don’t Stop Believing (Journey) e Paradise City (Guns N’ Roses). A melhor cena, com certeza, é de Stacee Jaxx cantando Wanted Dead or Alive (Bon Jovi), porque enfim, é Tom Cruise, é Bon Jovi, é Bon Jovi, é Tom Cruise...
Rock of Ages é um ótimo filme para se divertir, ouvir boa música e dar risadas. Pra mim só faltaram músicas do Aerosmith e do Skid Row (apesar de que somos compensados por I Remember You tocar ao fundo de uma das cenas e pelo fodástico Sebastian Bach fazer uma ponta em uma das cenas).
essa é uma das fotos da minha mesa no estágio. No post-it diz "ame sua vida Stacee Jaxx" hahaha LOL

Trailler:
Formô!

Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Opa!
Batman – The Dark Knight Rises, de Christopher Nolan, 2012, 165 minutos
Sinopse: “Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine). Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy). É o suficiente para que volte a ser o Batman, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos.(sinopse do Adoro Cinema).

Então, eu estava saindo do cinema e pensando “eu vou ter que escrever uma resenha pro blog. Ok, mas como raios vou conseguir expressar minha opinião em meia dúzia de palavras? ._.”. Eu continuo sem saber que palavras usar. É comum criar mais de anos de expectativa pelo final da trilogia e ter medo de se decepcionar, mas felizmente Nolan não só não decepciona como surpreende. E muito. O filme acaba puxando para um lado político e até revolucionário e, apesar de ter quase três horas, nos faz esquecer que se trata de um filme de super-herói. As atuações também estão impecáveis: Christian Bale acho que já nasceu Batman, Tom Hardy (Bane) nos deixa totalmente tensos e apavorados na cadeira só com os olhos e Anne Hathaway também está boa no papel (só achei que faltou contar um pouco mais da história da personagem). Ah, e eu não sei se rio ou se choro com a ponta tragicômica do meu muso Cillian Murphy (Dr-exílio-ou-morte-Crane).

É inevitável e totalmente desnecessária a comparação com Batman – O Cavaleiro das Trevas. Ambos são filmes maravilhosos e que se completam, obviamente, porém com vilões totalmente diferentes. Enquanto o perfeito Coringa (Heath Ledger) faz um vilão cruel de terror psicológico (semelhante aos quadrinhos), Bane é tão terrível quanto, porém com bombas e barulheiras. É injusto falar dos filmes usando “melhor que” ou “pior que”. (Mimimi de fã). E não se esqueçam do fantástico e pioneiro Batman Begins :).
Formô!

Guerra dos Tronos - George R. R. Martin


Alô! Tudo bem ai?
Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin, Livro 1 das Crônicas de Gelo e Fogo, 591 páginas, Editora Leya.


Westeros é a terra fantástica composta pelos Sete Reinos (dentre outras terras) em que ocorre a história. Eddard "Ned" Stark é o senhor de Winterfell, no Norte, onde vive com sua mulher, os filhos e seus criados e ‘comparsas’. Repentinamente, ele recebe a visita de um antigo amigo: o rei Robert Baratheon (atual ocupante do Trono de Ferro) e sua corte real. Robert pede para que Ned regresse a Porto Real com ele para assumir o cargo de Mão do Rei (uma espécie de secretário, faz-tudo, porta-voz). O senhor do norte hesita, mas acaba aceitando, pois neste meio tempo sua esposa Catelyn recebe uma carta secreta de sua irmã (viúva de Jon Arryn, o antigo Mão do Rei) afirmando que suspeita que o marido tenha sido assassinado pelos Lannister (família da rainha). Já em Porto Real, Ned se vê imerso em uma intriga sem tamanho (quando começa a entender o que pode ter levado Jon à morte) e um desespero em manter o reino (e a própria vida e a de sua família) a salvo.

Ao norte de Winterfell existe a gigantesca Muralha de gelo, que separa Westeros “do outro lado” onde habitam Os Outros (momento LOST), seres misteriosos e assassinos também conhecidos como “os caminhantes brancos”. Na Muralha existe a Patrulha da Noite, uma espécie de exercito formado por homens de preto juramentados em proteger o local até o fim de seus dias. Jon Snow, filho bastardo de Ned, decide se juntar á Patrulha junto ao seu tio, mas as coisas tornam-se perigosas desde o início.

 Enquanto isso do outro lado do continente, os irmãos Viserys e Daenerys Targaryen foram os que “sobraram” da família ‘do sangue do dragão’. O pai de ambos e o antigo rei dos Sete Reinos perdeu o trono (e a vida dele e da família inteira) em batalhas que fizeram Robert o atual rei. Obcecado por vingança, Viserys vende a irmã para Khal Drogo, líder do maior exercito de selvagens a cavalo que as terras já viram, em troca de apoio para (tentar) reconquistar o trono. 
e seu eu olhar pra essa foto de novo vou chorar. Porra, George Martin :(

Qualquer coisa que eu pudesse dizer sobre o quão perfeito foi ler Guerra dos Tronos seria um clichê, e “clichê” é uma palavra que simplesmente não existe neste livro. Sério. Esqueça o “bem sempre vence o mal”, “mocinhos triunfam”, e tudo mais que conhecemos a respeito de séries. Enquanto esquecemos isto, acabamos por nos familiarizar com casas como Stark, Lannister, Baratheon e Targaryen como se fossem nossas. Guerra dos Tronos é extremamente rico em detalhes, personagens, lugares, acontecimentos e emoções. Nas últimas páginas do livro encontramos um apêndice (leia depois de terminar, contem spoilers) pra lembrar de todo mundo e mapas pra nos localizarmos na trama. De qualquer forma acabei recorrendo a uma arvore genealógica do Google pra me localizar. Apesar do tamanho (do qual nem se vê passar), o livro é uma viagem completa, riquíssima e maravilhosa, de passar momentos emocionantes e outros de ter vontade de destruir tudo de raiva. E é só o primeiro livro.
E o seriado da HBO?
Cara, vou falar apenas do que eu assisti, ou seja, da primeira temporada. Está super fiel ao livro. Sério. Até nos diálogos. Uma boa ideia é assistir depois de ler, pra relembrar os fatos, ou até durante como eu fiz. Obviamente o livro é mais rico, mas a temporada não deixa nada a desejar. Mas larguem mão de ser preguiçosos e leiam. Risos. Ou não.

Formô!

Marina - Carlos Ruiz Zafón

Alô! Tudo bem?

Marina, de Carlos Ruiz Zafón, 192 páginas, editora Suma de Letras.

Sinopse: Óscar Drai é um adolescente que vive em um internato, mas diariamente passeia pela enorme Barcelona. Em uma dessas andanças, ele se sente atraído por um casarão e acaba entrando. Lá dentro, ele se encanta com uma linda música e um antigo relógio de bolso quebrado, que está próximo. Ao perceber que o dono da casa se aproxima, ele sai correndo da casa assustado e sem perceber, acaba levando o relógio junto. Dias depois, sentindo-se culpado pelo “furto”, ele retorna a casa para devolver o objeto e acaba conhecendo a jovem Marina, filha de Gérman, proprietário da casa. Os dois desenvolvem uma delicada amizade e começam a explorar a cidade, deparando-se com um sinistro cemitério onde uma misteriosa mulher de manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre na mesma data e hora. Além disso, a dupla se envolve em uma trama inimaginável, envolvendo situações por toda a cidade, deparando-se com bonecos ventríloquos, manequins vivos e uma estranha mariposa negra que parece estar sempre presente.

Pelos olhos de Óscar, Carlos Ruiz Zafón surpreende em uma história linda, misteriosa e triste. É o terceiro livro que leio dele e o confirma ainda mais na minha lista de autores maravilhosos. Ainda que Carlos possua uma “fórmula” em seus romances (personagem solitário e perdido na vida mete-se em mistério absurdo em que acaba se envolvendo até demais), cada um tem sua essência especial. Marina é um livro que mistura romance e inocência (e até um terrorzinho às vezes) do qual recomendo a todos.


Por falar em Ruiz Zafon, na primeira semana de junho chega às lojas a continuação do perfeito A Sombra do Vento. A continuação intitulada “O Prisioneiro do Céu” será lançada pela Suma de Letras. O meu já está encomendado *o*

Formô!

Amante Eterno - J.R. Ward


Alô! Tudo bom?
Amante Eterno, volume II da série Irmandade da Adaga Negra, 447 páginas, editora Universo dos Livros.

Base do Livro: Em Caldwell, tempos atuais, existe uma violenta e cruel rivalidade entre Vampiros e RedutoresVampiros semelhantes aos clássicos ( queimam no sol, vivem á noite, são fortes, poderosos, etc) que se alimentam de qualquer coisa, mas apenas o sangue de um vampiro do sexo oposto os mantém fortes. Ah, e apenas quem “nasceu” vampiro pode se transformar em um deles (sem essa de “mordeu-virou”).  Redutores, do outro lado, são seres sem alma, praticamente albinos cuja única missão é perseguir e destruir os rivais "sanguessugas". Dentre os vampiros existe a Irmandade da Adaga Negra, sociedade de seis guerreiros defensores da raça. Existe uma sutil representação entre o bem e o mal através de duas forças poderosas, que são a Virgem Escriba (criadora dos vampiros) e o Ômega (criador dos Redutores).

Sinopse: Rhage é de todos os membros da Irmandade o mais bonito, o mais rápido, melhor lutador e o mais instintivo. Porém nem tudo são flores, pois ‘Hollywood’ (como é chamado pelos irmãos) é amaldiçoado pela Virgem Escriba. No interior do guerreiro (e nas costas em forma de tatuagem) habita um dragão no qual ele, sem querer, se transforma todas as vezes que tem ‘fortes emoções’ (muita raiva, muito êxtase, etc). Faltando alguns anos para o fim desta terrível maldição, Rhage conhece Mary, uma simples humana que sofre com a volta silenciosa de sua leucemia.

Cara, adorei. Acho que praticamente ‘comi’ o livro em pouco menos de dois dias. Durante todo o Amante Sombrio (primeiro livro) eu simpatizava com Rhage, mas tinha a impressão de que ele nada mais era do que um ‘galinha’ fútil. Engano meu, pois ‘Hollywood’ é literalmente um guerreiro por carregar o fardo quase insuportável da maldição. O leitor acaba ‘sofrendo’ tanto com o problema e Rhage como com a doença de Mary, que acreditava já ter se curado. O final foi diferente do que eu pensava o que me fez gostar ainda mais do livro. O livro ainda deixa um “gancho” para o próximo, com o sequestro de Bella (amiga vampira de Mary) pelos Redutores.

Formô!

A Menina que Brincava com Fogo - Stieg Larsson

Opa! Tudo bom? Primeiro eu gostaria de agradecer ao carinho do pessoal em relação a fantasia do último post. Valeu :D

A Menina que Brincava com Fogo, Stieg Larsson, volume 2 da série Millennium, 608 páginas, Editora Companhia das Letras.

O cenário do segundo volume da trilogia Millennium é ainda mais eletrizante, pois estão acontecendo três distintas situações. Lisbeth Salander após “lograr” uma fortuna imensurável, está de férias pelos continentes a fora (enquanto sigilosamente bisbilhota a vida ‘online’ de Mikael Blomkvist e de seu tutor Nils Bjurman). A revista Millennium de Mikael  (junto dos especialistas Dag e Mia Svensson) está prestes a publicar mais um escândalo que promete sacudir a elite sueca: prostituição e tráfico de mulheres. Enquanto isso, Bjurman arquiteta uma vingança e o assassinato de Lisbeth.

Ao voltar de sua viagem, Lisbeth percebe ao ler a tese do casal Svensson, que pode saber de um detalhe chave para a conclusão da investigação e decide procurá-los. Na mesma noite, um assombroso fato une os três eventos anteriores: Mia, Dag e Bjurman são assassinados e as digitais de Lisbeth estão na arma do crime. Além disto, a garota subitamente desaparece. Certo da inocência da amiga, Mikael decide mergulhar de cabeça em uma investigação particular, disposto a livrá-la da prisão e das acusações absurdas da imprensa. 


"Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson", já diz a orelha do livro. E com razão. O autor sueco consegue nos prender totalmente no livro, fazendo-nos esquecer de dormir, comer ou de fazer qualquer outra coisa. Sério. No desenrolar da história, vamos conhecendo mais sobre o passado e a personalidade de Lisbeth o que torna o livro ainda mais surpreendente. Os demais personagens também são extremamente bem arquitetados e é interessante como tudo vai se encaixando ao longo do livro. Eu que já tinha virado fã da trilogia Millennium no primeiro livro (Os Homens que Não Amavam as Mulheres), me apaixonei ainda mais. O segundo livro superou o primeiro (que já é excelente), em minha opinião. "Recomendo" é pouco!



Dud's, tem que ler o primeiro pra ler o segundo?
Hm, o segundo não é uma continuação direta do primeiro, então você entende a história sem ter lido o outro. PORÉM, perde o fio da meada dos personagens. Não vale a pena pular o primeiro, que é excelente ;)

Assim como os demais livros da série, o volume está disponível na versão tradicional (capa preta com fogo) e na econômica. A história é a mesma, só mudam as capas e o formato da impressão.

Formô!

Os Mergulhadores de Seth Casteel

Opa! Tudo bom?

O fotógrafo Seth Casteel é especialista em fotografar animais com o objetivo de captar sua essência e lhes dar a atenção que merecem. Além disso, ele possui uma ONG chamada Second Chance Photos, em que auxilia na adoção de animais de rua através da divulgação de fotos profissionais destes. Um lindo gesto. A novidade é o seu novo trabalho: fotografias de cães pulando na água atrás de bolinhas coloridas. O resultado é fofo e bizonho.





Lindinhos ^^
Para conferir o resto das fotos, dê uma espiada no site dele. 

Eee o sorteio valendo um layout personalizado ainda está no ar. É só clicar no banner à esquerda :)

Formô!


Resenha de Álbum: Mylo Xyloto - Coldplay

Opa! Tudo bom? Vamos de 'milo chiloto' (calma, essa é a pronúncia "ogra" o_o)


Lançado no final de Outubro pela EMI, eis o quinto álbum do Coldplay: Mylo Xyloto.
Segundo Chris Martin, o “mái-lo zai-lôu-to” (agora sim) é conceitual e conta a história de “amor entre dois protagonistas em um meio opressivo, mas com um final feliz”. Além disto, também conta com influencias da arte com grafites (pode-se ver pela capa). É um bom álbum, gostoso de ouvir e tudo mais, mas confesso que precisei ouvir mais de duas vezes para formar opinião sobre cada faixa, pois em alguns momentos acabava achando algumas semelhanças entre elas.

Músicas embaladas e com boas letras chamam atenção como Hurts Like Heaven (com o so cold, so cold ♪ que gruda no cérebro), Every Teardrop is a Waterfall (primeiro single), Charlie Brown (momento ‘rebelde’) e Don’t Let it Break Your Heart (a mais chatinha, na minha opinião).

Existem três faixas instrumentais: Mylo Xyloto (abertura do cd, muito bonita), M.M.I. X (que não disse muito a que veio) e A Hopeful Transmission (que ok, é boa).

A faixa Major Minus dividiu opiniões “mundo à fora” (leia-se críticas, resenhas, etc) por ter uma certa semelhança com o U2 (na fase do cd Achtung, Baby), o que pode ter sido uma conseqüência da produção de Brian Eno (que já trabalhou com os irlandeses muitas vezes). O fato é que a música é um tanto repetitiva e não tem cara de Coldplay. 
Por falar nisso, a parceria um tanto inusitada com Rihanna em Princess of China foi boa, mas a música tem cara de rádio e parece muito mais “Rihanna com participação de Coldplay” do que o contrário, se é que me entendem. Sem falar que ‘foge’ um pouco do contexto do álbum.
As “lentinhas” do cd ficam por conta de Up in Flames (boa pra estalar os dedos e cantarolar, graças a batida), Up With the Birds (boa música, excelente escolha para fechar o cd) e U.F.O. (pra dormir...).

Minhas preferidas foram Paradise, que além de ter sido o segundo single, é tristonha e ao mesmo tempo motivadora (talvez por isso seja a que mais tem a cara da banda) e Us Against the World, que me conquistou de cara, por tudo.

Coldplay fez um bom trabalho com Mylo Xyloto, ainda que não seja o melhor deles. Espero coração que não seja o último :)

Amante Sombrio - J. R. Ward

Opa! Tudo bom? 

Amante Sombrio, volume I da série ‘Irmandade da Adaga Negra’, 448 páginas, editora Universo dos Livros.

Sinopse: Em Caldwell, tempos atuais, existe uma violenta e cruel rivalidade entre Vampiros e Redutores. Vampiros semelhantes aos clássicos (queimam no sol, vivem á noite, são fortes, poderosos, etc) que se alimentam de qualquer coisa, mas apenas o sangue de um vampiro do sexo oposto os mantém fortes. Ah, e apenas quem “nasceu” vampiro pode se transformar em um deles (sem essa de “mordeu-virou”). Redutores, do outro lado, são seres sem alma, praticamente albinos cuja única missão é perseguir e destruir os rivais "sanguessugas". Dentre os vampiros existe a Irmandade da Adaga Negra, sociedade de seis guerreiros defensores da raça. O primeiro livro conta a história de Wrath, vampiro mais puro da raça e conhecido como “Rei Cego” porque além de enxergar 1% ‘do mundo’ tem como missão liderar a espécie (por ser o mais puro, respeitado, etc). Darius, um antigo amigo de Wrath, o convoca para uma delicada missão: encontrar, conscientizar Beth (filha mestiça de Darius) de sua 'vampirice' e ajudá-la em sua transformação. 
Enquanto isso, Beth é uma jornalista solitária que acredita ser uma "humana normal". Wrath recusa a proposta, mas não contava com a morte de seu amigo horas depois. Decidido a honrar o último pedido do amigo, o "Rei Cego" decide procurar a jovem, porém não contava com uma paixão repentina. Além disto, a Irmandade está disposta a vingar a morte de Darius, morto por um Redutor. 

Eu particularmente gosto muito de literatura sobrenatural (principalmente quando as histórias não fogem da temática original e até rimou). A temática ‘vampiresca’ é sombria e muitas vezes agressiva. Fiquei feliz em perceber que J.R. WARD soube aproveitar e concretizar isto na história.  A narrativa é excelente e consegue prender o leitor do começo ao fim, fazendo-nos sair totalmente da realidade e até chegar a cuidar a janela do quarto (pra ver se não vão entrar vampiros por ali. Sério.).  O ‘romance’ entre Wrath e Beth é impecável sem ser meloso e os personagens conseguem ser heróicos sem fugir do contexto. Ainda que os personagens vampiros sejam um tanto idealizados (todos lindos, todos fortes, todos fantásticos. E ‘todas procura’!), a narrativa consegue manter um equilíbrio saudável. Além disto, é difícil não se encantar não só com os personagens principais como também com os demais membros da Irmandade
Eu, por exemplo, estou ansiosa pelo livro que contará a história de Tohrment (vou esperar sentada porque está previsto para ser o décimo livro.)

Resumindo: gostei muito e mal posso esperar para ler os outros livros da série. Até agora já existem oito livros no Brasil.




Comentário adicional: Quem já leu algum livro da Série Mortal (de J.D. Robb, pseudônimo de Nora Roberts) talvez, assim como eu, lembre-se de Roarkie com Wrath. Os dois moram em mansões, tem mordomos característicos, são lindos, são misteriosos e são bem altos. Desculpe, foi só um devaneio :)

Formô!