3 {bons} Discos do Aerosmith

Steven Tyler

No último dia 26 de março, o vocalista do Aerosmith e ícone da estileira completou 67 anos! Tanto o Steven Tyler como o próprio Aerosmith estão entre os meus principais artistas preferidos, além da óbvia importância deles no rock e hard rock internacional. Por isto hoje fiz esta pequena homenagem trazendo meus três discos preferidos dos músicos :)

Just Push Play (2001)

Aerosmith - Just Push Play

O Just Push Play pode não ser um dos discos mais importantes da carreira do Aerosmith, mas pra mim ele tem muita relevância, pois foi graças a ele que eu descobri a banda láá nos meus nove anos de idade. O álbum recebeu Disco de Platina muito graças aos principais singles: Jaded e Fly Away From Here, que literalmente não saíam do rádio e do Top TVZ. Além destas também destaco outras ótimas músicas como Sunshine (em que o clipe é totalmente inspirado em Alice no País das Maravilhas), Luv Lies e Light Inside. Porém, não tem nada de inovador e fica atrás de outros trabalhos da banda no sentido de novidade musical. Ainda sim é um bom disco ;)  

Nine Lives (1997)

Aerosmith Nine Lives

Este sim com certeza é um dos mais importantes na carreira do Aerosmith. Nine Lives rendeu a indicação do Grammy de Melhor Álbum de Rock, o próprio Grammy de melhor performance rock por Pink e ainda consolidou mundialmente músicas como Falling in Love (Is Hard on the Knees) e Full Circle. Também indico a balada Hole in my Soul e a ótima Taste of India. Já falei aqui no blog que tenho uma tatuagem em homenagem à música “Full Circle” ;) Nine Lives com certeza tem grande força conceitual e musical na carreira do Aerosmith. Um excelente disco.

Get a Grip (1993)

Aerosmith - Get a Grip

Talvez um dos mais polêmicos álbuns e repleto de sucessos da banda. Get a Grip é um disco que faz duras críticas nas fantásticas faixas Eat The Rich e Livin’ on the Edge, e em paralelo a isto emplaca clássicos gigantes na carreira do Aerosmith como Cryin’, Crazy e Amazing. Além disto, o disco marca junto do anterior Pump (1989) o retorno definitivo da banda após deixarem as drogas. Também destaco as músicas Walk on Down e Shut Up and Dance.

Faltou algum disco na lista? :)

Jack White em Porto Alegre - Show no Pepsi on Stage

Estive no show do Jack White em Porto Alegre no último dia 24. Pela primeira vez na cidade, o espetáculo antecede a passagem do artista como headliner no Lollapalooza 2015 :)

Jack White em Porto Alegre

Pouco antes de começar o espetáculo, um membro de sua equipe pede para que ninguém fotografe ou filme o show. “Por que ver por uma tela minúscula o que pode ser apreciado em todo o seu tamanho?” diz ele, e é verdade. As fotos aqui deste post foram tiradas do site oficial deles.

Com um repertório excelente, Jack White mistura hits de sua renomada carreira solo com canções do White Stripes e do Raconteurs. Outro ponto bastante único é que o show de certa forma é simples e conceitual, focando exclusivamente na música. Tudo em preto e azul (cores sempre utilizadas na carreira solo de Jack), figurino clássico dos anos 50, nenhum telão e nenhum efeito especial. E nem precisou. Além disto, Jack White é timidamente muito simpático e de vez em quando, entre uma música e outra, ajeitava o topete com um pente hahaha s2. A formação atual da banda conta com Dominic Davis (baixo), Lillie Mae Rischie (violino), Dean Fertita (teclado), Fat Kaplin (guitarra) e Daru Jones (bateria).

Jack White em Porto Alegre

Setlist: Dead Leaves and the Dirty Ground / High Ball Stepper / Lazaretto / Hotel Yorba / Temporary Ground  / The Same Boy You've Always Known / Weep Themselves to Sleep /
Hello Operator / Top Yourself / Steady, As She Goes / Love Interruption / Sixteen Saltines / Missing Pieces / Astro  / Broken Boy Soldier

Bis: I'm Slowly Turning Into You / Would You Fight for My Love?  / That Black Bat Licorice / Sugar Never Tasted So Good  / Little Bird  / Seven Nation Army

O repertório assemelha-se aos anteriores de Jack White porém com novas surpresas, o que indica que deve haver diferença quanto ao próximo show no Brasil. Os hits do White Stripes ficaram por conta de Dead Leaves and the Dirty Ground, Hotel Yorba, entre outras, além do clássico Seven Nation Army que encerrou o show com um incrível coro da platéia de Porto Alegre. Já do Raconteurs teve Top Yourself, a clássica Steady as She Goes e Broken Boy Soldier. Quanto as músicas dos incríveis discos Lazaretto e Blunderbuss, não dá pra reclamar. Apenas senti falta da divertida I'm Shaking. 

O público foi de cerca de 4.500 pessoas e contou com a abertura da banda Wannabe Jalva. O show do Jack White me surpreendeu muito positivamente, e já estou aguardando seu retorno!

Ilustradores: O Surrealismo Fantástico de Tatiana Kazakova

Bom dia gente ;) Me envolvi com as minhas mini-férias e na correria do "adiantar serviço" acabei não atualizando mais aqui. Perdão :)

Tatiana Kazakova é russa e vive em Moscou. Suas ilustrações misturam cores, surrealismo e elementos naturais de forma incrível. Confira.





Confira mais aqui.

A coluna Ilustradores traz sempre um artista que me chamou atenção seja na internet ou na vida real e alguns de seus trabalhos. Fique à vontade de me indicar um ilustrador :)

3 {bons} Discos de Mulheres Fortes - Parte II

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, separei em dois posts seis discos de grandes cantoras tanto nacionais como internacionais. Hoje temos a segunda edição com mais três álbuns :)


BJörk - Volta (2007) O que falar desse cd fantástico do qual eu não sei sequer como começar a comentar sobre a capa? Volta é um disco que retoma as origens da cantora islandesa de uma forma ainda mais acessível e enérgica. Destaco a dançante Innocence, Wanderlust e a minha preferida The Dull Flame of Desire.  


Lady GaGa - Born This Way (2011) Eu não poderia falar em “mulher forte na música” sem falar na minha preferida. Gaga fez bastante sucesso e alcançou o reconhecimento com o anterior The Fame, mas acredito que foram as maluquices injeções de criatividade e autoconfiança (sim!) de Born This Way que a consolidaram de verdade. No disco, Gaga fala principalmente de auto-aceitação e sério, como eu queria ter ouvido-o quando era bem mais nova. Destaco todas, mas minhas preferidas são Bloody Mary, You and I, Americano e Govermment Hooker. O disco também é “dono” de hits enormes como Born This Way, Judas e The Edge of Glory. Podia só ter outra capa né...


Evanescence - Fallen (2003)  É difícil de acreditar que este disco já tem doze anos. Parece que foi ontem que Bring me to Life e My Immortal eram febre na TV e nos Orkuts e nicks de Msn das pessoas. Saudades dessa época e do antigo Evanescence. Fallen foi responsavel pelo estouro mundial da banda e por músicas incríveis como Going Under, Tourniquet e My Last Breath.



Confira a Parte 1 Aqui.

3 {bons} Discos de Mulheres Fortes - Parte I

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, separei em dois posts seis discos de grandes cantoras tanto nacionais como internacionais. 


Amy Whinehouse - Back to Black (2007): Difícil falar em um disco só da saudosa Amy, mas escolhi este por seu meu preferido e por achar que é o que mais retrata os principais (e talvez últimos) momentos da cantora. Back to Black, como diz o nome, é melancólico, irônico e de um sentimentalismo que não cansa, pelo contrario, encanta. Com a perfeita produção principal de Mark Ronson, o disco tem dez músicas e sério, as dez são ótimas. Recomendo principalmente Back to Black, Wake Up Alone, Some Unholy War e vocês provavelmente já ouviram muito as clássicas Rehab e Tears Dry On Their Own. Este com certeza é um disco de grande importância não só na carreira de Amy como em toda a música. 


Brody Dalle - Diploid Love (2014): Olha a Brody de novo aqui no Red Behavior, mas desta vez ela veio loira e solo. Diploid é em diferente dos trabalhos da Brody com o Distillers, até porque o disco nada tem de punk rock e puxa bastante pro indie. O disco tem violinos, trompetes e outros instrumentos mais experimentais em seu álbum de “estréia”. Pra mim o lançamento foi uma surpresa boa, melhor que Spinnerette, e com certeza de uma “nova Brody”. Destaco Underworld, Rat Race e Don’t Mess With Me. 


Pitty - Setevidas (2014): Minha cantora nacional preferida desde o fantástico disco Admirável Chip Novo (2003). Pitty ficou um ~tempo sumida~ e se dedicando ao Agridoce (projeto folk e interessante ao lado de Martin) portanto eu tinha uma expectativa bem alta em relação ao retorno da cantora. Felizmente, esta foi superada e Setevidas é um disco muito bom e cheio de diferentes interpretações. Destaco Deixa Ela Entrar, Um Leão, Olho Calmo e a emocionante Lado de Lá.

Fiquem ligados nos próximos posts deste assunto. Tem mais um :)

Trazendo de volta: The Distillers


O The Distillers foi e é com certeza umas das principais bandas de vocal punk feminino. Liderada por Brody Dalle, a banda formou-se em 1998 e acabou em 2006 e, além disto, passou por diversas formações ao longo dos anos. O grupo lançou três discos: The Distillers (2000), Sing Sing Death House (2002) e o fantástico Coral Fang (2003). Apesar de gostar bastante do Sing Sing, Coral Fang pra mim é com certeza o melhor deles. O álbum apesar de ter o mesmo gênero dos anteriores, não é tão “pauleira” e tem até algumas músicas mais suaves como The Hunger e Gallow is God. Porém obviamente também conta com clássicos barulhentos do grupo como Dismantle Me, Hall of Mirrors e Beat Your Heart Out. Confira abaixo uma das minhas preferidas:


Depois do fim do Distillers, Brody passou a liderar o Spinnerette em 2009. Deixando de lado a porradaria musical e a voz rouca, a banda tem um som mais de “rock alternativo” muito bom, porém não durou mais do que um cd mesmo. Atualmente Brody tem uma ótima carreira solo e está em turnê de divulgação de seu primeiro disco, “Diploid Love”, lançado no ano passado. O disco é bem diferente do Distillers, mas já bastante superior ao do Spinnerette. Eu gosto bastante, mas isto é assunto para outro post ;). Pra quem não sabe, Brody é casada e tem uma família feliz com Josh Homme, do Queens of Stone Age.


Brody na época do Distillers e atualmente ;)

Este post faz parte da Blogagem Coletiva do grupo Rotaroots. O tema de hoje consiste em escolher uma banda do passado que não exista mais (ou não com a mesma formação) e contar um pouco sobre ela e o porquê de sua escolha.