Show do Maroon 5 em Porto Alegre + Porta do Hotel

Opa! Tudo bom? No vídeo de hoje eu irei contar um pouco sobre como foi o show de estreia da turnê V do Maroon 5 no Brasil, aqui em Porto Alegre E no finalzinho irei falar mais ou menos como foi conhecer quase todos os meninos do Maroon.


O show aconteceu no estacionamento da Fiergs e teve todos os ingressos esgotados. Foram mais ou menos cerca de 30 mil pessoas - que felizmente não se abalaram com o fato de que choveu o dia inteiro. A chuva começou de manhã cedo bem forte e depois foi amenizando um pouco. Por volta das 17h, uma hora após a abertura dos portões, a chuva começou de novo e nunca mais parou. Eram dois shows de abertura antes do Maroon 5. O primeiro era a banda gaucha Dingo Bells e depois Dashboard Confessional.

O Maroon 5 começou praticamente na hora. Eles abriram com Animals seguido de One More Night e Stereo Hearts. O setlist não teve nenhuma surpresa, uma vez que já é meio de praxe que o Maroon toque só as musicas “famosas” mesmo. O lado bom disso é que o publico canta junto todas as musicas do começo ao fim. O ruim é que que quem acompanha a banda ha mais tempo sente falta de muitas músicas incríveis da banda. Eu por exemplo, se fizer uma lista com minhas dez preferidas, não tocaram nenhuma x_x Do meu disco do coração Hands All Over, por exemplo, só tocaram Moves Like Jagger,

Quem quiser saber mais sobre o show, e ouvir como foi incrível conhecer quase todos os músicos do Maroon confira no vídeo abaixo:



O Maroon 5 também fez shows em outras cinco capitais. Você foi em algum? :)

Resenha: Tomboy

Opa! Estamos de volta! Hoje a Elisa traz uma resenha do delicado filme Tomboy.


O filme francês dirigido por Céline Sciamma e estrelado por Zoé Heran, trata de um tema delicado e que tem gerado muitas discussões e críticas: a diferença de gêneros e a sexualidade entre as crianças. A diretora consegue trazer a crítica desse assunto tão em voga hoje de uma forma delicada e fácil de se entender.

Laure (Zoé Heran) é uma menina que vive em perfeita harmonia com seus pais e sua irmã mais nova Jeanne. Porém, ela não se veste que nem uma menina, usa roupas largas, cabelo curto e gosta de brincar com os meninos. Aliás, fica bem claro que ela se sente como um menino. A família se muda para um novo bairro e Laure passa a ter a identidade de um garoto, ela mente para os novos amigos e diz se chamar Michael. A mentira dura um bom tempo, pois o diferencial deste filme é a idade da protagonista: 10 anos, ou seja, ela passa claramente por um menino, pois seu corpo ainda não está formado totalmente, o que chega no início da trama até confundir o espectador.


O filme é esteticamente muito bonito, simples, e com andamento lento, mas que prende a atenção por querermos saber até que ponto e como vai se desenrolar a mentira sobre Laure ser um menino diante dos novos amigos. Ela vai ter que ir contornando as situações que surgem para sustentar a mentira e com isso vemos o quanto é complicado para uma criança lidar com a sua própria sexualidade.


A delicadeza de como o assunto é tratado é o que eu mais gostei desse filme, pois ele mostra de uma forma extremamente inocente que as crianças também tem dúvidas sobre a sua sexualidade e como isso é encarado por elas. Por fim, é um filme que desafia o conceito de gênero, que desafia o masculino e o feminino, que desafia essa construção feita pela sociedade.