10 Artistas para conhecer em Julho

By Maria Eduarda {@mariaeduardamichael} - julho 01, 2022

 


Opa! Vamos para as indicações do começo do mês?

1. Pop suave e ótimo do Cloud in Tears com “piece of shhhh”

O duo brasileiro de pop alternativo aborda principalmente questões relacionadas à saúde mental, sempre buscando identificar os ouvintes. Este ano a dupla lançou o EP chamado "Love Yourself", com 4 músicas incluindo nosso maior sucesso "End of Times". “Piece” é uma das faixas deste EP e é bem divertida e gostosa de ouvir.

2. Poesia e melancolia em “This Could Have Been My Summer”, de Angelina Beroe

Angelina é uma artista que mistura surrealismo com sonhos através de suas melodias. Assim como Lana Del Rey, uma de suas principais referências, a artista fala sobre relacionamentos e emoções de forma melancólica e romântica. A faixa é um de seus primeiros lançamentos musicais e já traz um clipe autêntico e sombrio.

3. A vibe nostálgica de “Cigarette” do francês Charles Like The Prince

Misturando baterias eletrônicas com guitarras e sintetizadores do fundo do oceano, Charles Like The Prince traz um pop ambicioso e profundo dos sonhos. Achei a faixa suave e interessante! Melancólico e sensível ao mesmo tempo. O vídeo traduziu muito bem a proposta em uma narrativa envolvente e sutil. Ela é a segunda faixa que o artista apresenta, após seu trabalho Estonia (2020), que garantiu sua presença em algumas das rádios mais icônicas da cena alternativa de Paris.

4. O inglês Grant Harvey Dudson com a inspiradora “There All Along”

A faixa romântica e inspiradora, onde a letra transmite ressonância em torno daqueles momentos especiais que deixamos escapar. A canção é contagiante e um dos novos singles do artista.

5. Vini Vicious inova no rock israelense com “Vultures”

Vini Vicious é um trabalho de 4 músicos que vivem na área de Tel-Aviv, em Israel. Cada membro tem influências musicais distintas em gêneros que vão de Shoegaze a Punk, Alternative a Emo e um monte de Rock de todas as épocas. Eles se autodenominam como um grupo de "Tragic Pop". A faixa é divertida, coerente e muito bem produzida. Adorei os vocais e o baixo - que está bem destacado.

6. Mais um trabalho ótimo do Filligar: a suave “The Fire in the Sun”

Esta nova fase explora novos gêneros do grupo e está no álbum ‘Future Self’, que traz o indie pop leve e solar no refrão contagiante. O que mais me chamou atenção foi a combinação dos vocais, ficou incrível e fez a faixa crescer muito.

7. The Fixer com a pesada “Take you Home”

Banda canadense com vocais femininos! O clipe já começa com as palavras “Dark. Sexy. Loud”. Isso já causa uma ótima primeira impressão, além de gerar uma expectativa, entrega o que promete. A faixa é enérgica e sombria ao mesmo tempo. Achei os vocais ótimos, bem diferentes do “tradicional” para bandas com vocais femininos. Original e talentoso. Gostei dos riffs e da estética do clipe. Só elogios para você, desejo-lhe muito sucesso na jornada.

 

8. “My Projection of You” de Arms of Kismet, um rock mais divertido

A faixa tem uma vibe para ouvir durante uma viagem ou passeio, tem uma energia viva e inspiradora. Os vocais são excelentes e os riffs também. Enfim, só elogios ao seu trabalho. Os americanos do Arms of Kismet criam um rock descontraído, unindo elementos do soft e alternativo, na carismática canção “My Projection of You“, que reflete a projeção que as pessoas tem uma das outras em uma realidade online.

9. Duo americano Casual War explora os cantos sombrios no indie rock "No Help"

Naturais de Los Angeles e Washington DC, Casual War é uma dupla com a intenção de explorar os cantos mais sombrios e etéreos do indie rock. A vocalista Maria Law e o guitarrista Erik Mattingly tocam juntos desde 2018, primeiro fazendo seu nome tocando em clubes em DC e Milwaukee antes de evoluir para um som de rock do deserto mais sonhador, enquanto os dois continuavam a fazer o projeto funcionar em costas separadas. "No Help" é muito forte, inspiradora e sensível. Os vocais são bem imponentes e se adaptam de acordo com a faixa, crescendo muito do meio para o fim. Gostei da progressão da faixa e dos acordes finais.

10. Static Motion faz uma surf music diferente de tudo o que você já ouviu em “Fool”

Uma combinação inusitada de surf com musica psicodélica. A faixa pode soar um pouco repetitiva para alguns públicos, especialmente a parte do refrão, mas não achei que prejudicou a experiência. Achei que até se aproximava da música progressiva, apesar da duração. O solo de guitarra ficou muito bonito! A música fica bem interessante do meio ao fim, tanto vocais quanto instrumentais. Torna-se algo mais emocionante e único.

 

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