Discover: Diego Brocca

Opa! Tudo bom? Primeiro gostaria de avisar que a partir de hoje a coluna ‘Discover’ – que apresenta artistas novos no cenário musical – será semanal e não mais quinzenal. Então fiquem ligados que sempre vai ter novidade por aqui, ainda estou definindo o dia fixo da semana mas em breve saberei ;) 


Hoje trago o cantor e compositor de Torres (RS) Diego Brocca. O gaúcho começou na música aos 8 anos de idade em seu primeiro violão. Ao longo do tempo, foi se aperfeiçoando como músico, ator, compositor e professor. É músico multi-instrumentista e compositor, com 12 músicas autorais (solo) e em torno de 30 (com participações). Além disso, suas principais influências são Beatles, Lou Reed e Titãs. O Diego está lançando seu segundo EP intitulado ‘Meus Camaradas Querem Saber’. Ouça abaixo a agradável faixa ‘Basta Querer’:



O trabalho completo do Diego está disponível no Spotify e em demais plataformas de streaming, e você pode saber mais sobre ele através do site oficial  

Já conheciam o trabalho dele? Gostaram? Quero saber :)

Feminismo e anos 50. Conheça o filme O Sorriso de Monalisa

Opa! Tudo bem? Hoje a Elisa traz a resenha do filme 'O Sorriso de Monalisa', de 2003 :)

filme o sorriso de monalisa

O Sorriso de Monalisa é um filme americano de 2003 dirigido por Mike Newell e estrelado por Julia Roberts. Feminismo, anos 50 e padrões são temas que fazem parte são questionados neste filme. O longa se passa em 1953 e conta a história de Katharine Watson (Julia Roberts), uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley para mulheres, com o cargo de lecionar aulas de História da Arte. Chegando na Instituição, Katherine percebe que o conservadorismo toma conta ali, que além de ser uma faculdade extremante conservadora, é um lugar que ensina as suas alunas como elas devem agir na sociedade. Aulas de postura, de etiqueta e culinária são parte do currículo da escola que está mais preocupada em formar moças para um casamento do que ensinar matérias básicas para um ingresso em uma universidade.

O colégio foca em formar moças aptas para ser donas de casa, para acompanhar seus maridos e serem boas "damas" da sociedade. Chocada com todo esse conservadorismo e tradicionalismo, Katherine tenta fazer suas alunas enxergarem que há algo além de apenas uma dona de casa exemplar, que existe outros lugares para a mulher dentro da sociedade que não somente ao lado dos filhos e dos maridos. Ela tenta mostrar que a mulher pode sim ser independente, que a mulher pode escolher o que ela quiser.

filme o sorriso de monalisa

Daqui pra frente sua única responsabilidade será cuidar do seu marido e filhos.” “Podem estar aqui para tirar uma nota alta, mas a nota mais importante será a dele, não a minha”. Esta é uma frase retirada de um diálogo de 'O Sorriso de Monalisa' que me chamou muito atenção, porque praticamente resume que a história quer passar. Resume como era a vida das mulheres nos anos 50: apenas com foco para um bom casamento, que incluí um marido rico para sustentá-las. Independência da mulher nos anos 50 praticamente não existia, fazer uma faculdade, fazer parte de uma universidade, dividir o mesmo espaço com homens que não fosse com o objetivo de conquistá-los para um casamento não estava entre as opções certas para as mulheres. Era um papel designado para elas como a fórmula para a felicidade e para o qual nasceram.



'O Sorriso de Monalisa' tem muitas destas questões sobre o papel da mulher na sociedade e coloca a protagonista como uma conexão entre o conservadorismo e tradicionalismo. Esse é para mim o grande trunfo do filme, o questionamento do papel da mulher. É ela que vai quebrar as barreiras impostas pela sociedade, que vai ser o símbolo da libertação e da coragem. 

Por fim, falando em questões mais técnicas, o filme tem uma fotografia bonita, figurino também (adoro o estilo dos anos 50). Porém eu acho que o roteiro poderia ser mais bem aproveitado, já que feminismo é um tema tão interessante e amplo. Acho que o roteirista e o diretor poderiam ter explorado mais isso nos diálogos, de resto, o filme é muito bom e merece ser assistido como uma passeio histórico pelos costumes e restrições das mulheres nos anos 50.

Notícias sobre Shows: Outubro

Opa! Tudo bom? Como vocês já sabem, todo mês eu atualizo a sessão aqui do blog que traz as datas e informações dos principais shows internacionais que vão rolar no Brasil. Ao final do mês, também vou fazer um apanhado rápido do que está rolando neste cenário atual ;)

Evanescence volta ao Brasil em Abril de 2017


Segundo o Jornal Destak, a banda fará turnê no Brasil em abril de 2017 e ao menos três cidades devem receber o show. A última vinda deles foi em 2012 em diversos locais. Foi meu segundo show deles e se tiver Porto Alegre na lista, pretendo vê-los pela terceira vez s2. Além disto, o Evanescence está com nova formação. A guitarrista alemã Jen Majura entrou no lugar do músico Terry Balsamo.

Korn confirma três shows no Brasil em 2017


Esta semana a produtora Mercury Concerts anunciou a turnê do grupo pela América do Sul em 2017 e nela estão três apresentações em solo brasileiro: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Os shows serão em abril e já deixei todas as informações sobre ingressos na nossa agenda.

Mariah Carey cancela toda a turnê sul-americana


A cantora cancelou oficialmente todos os shows que faria no Brasil em dezembro. Já existia nas redes sociais um boato de que isto poderia acontecer, mas a confirmação veio somente na última terça quando Mariah twitou: “Arrasada que meus em Chile, Argentina e Brasil tiveram que ser cancelados.”. No twitt ela também disse que os fãs “merecem mais do que como alguns promoters os tratam”, mas que fará de tudo para voltar em 2017. Vamos ver!

Justin Bieber fará show em SP e RJ no ano que vem

 O cantor pop volta ao Brasil para dois shows em março e abril de 2017. As vendas começam já esse mês e eu também deixei as informações e preços na nossa agenda ;)


Gostaram das novidades? Me contem se pretendem ir em algum desses :)

Show do Aerosmith em Porto Alegre - 11/10/16

Opa! Tudo bom? Com um pouquinho de atraso, vou falar hoje um pouco do meu ‘Dia das Crianças’.

show aerosmith porto alegre 2016

Já passei um pouco da idade mas ainda me lembro com carinho do meu dia das crianças lá de 2001, quando ganhei de presente dos meus pais o disco ‘Big Ones’ do Aerosmith. Não foi meu primeiro contato com a banda, pois este aconteceu no primeiro semestre daquele ano ao assistir o clipe de ‘Fly Away From Here’ no TVZ. Nessa época mesmo, peguei as economias do cofrinho e comprei meu primeiro disco de todos: Just Push Play. Daí em diante eu só queria saber de pedir coisas do Aerosmith em todas as datas e o dia das crianças daquele ano veio a aumentar minha humilde coleção.

Muito antes do U2 ou Jack Sparrow entrarem na minha vida, minha primeira referência artística foi o Steven Tyler. Eu queria me vestir que nem ele, usar roupas mega coloridas, malucas e cheias de panos, gritar naquelas notas agudas sem perder o tom e também adorava ficar fazendo caretas no espelho para imitá-lo. Ainda ouço coisas como “Steven Tyler usa/ousou muitas drogas, ele não é referência para crianças”. Mas sabe o que eu acho? Fui saber do “lado ruim” dele só anos atrás e para mim ele nunca fez diferença alguma. Tyler me inspirou tanto e me inspira até hoje a sonhar, a entreter e principalmente que existe luz no fim do túnel. De qualquer túnel. Sempre.

show do aerosmith 2016

Na terça-feira, 11 de outubro de 2016, tive a oportunidade de assistir a um show do Aerosmith pela segunda vez (a primeira foi em 2010, aqui em Porto Alegre também e abaixo de chuva constante). Dessa vez não choveu e novamente, foi lindo demais!

A banda abriu com ‘Back in the Saddle’ seguida de ‘Love in the Elevator’. Clássicos que qualquer fã adora. E por falar em clássicos, não poderia faltar hits como ‘Crazy’, ‘Cryin’, ‘Walk This Way’ e ’I don’t Wanna Miss a Thing’. O Aerosmith também surpreendeu ao tocar músicas igualmente boas mas normalmente ‘esquecidas’ como ‘Kings and Queens’ e ‘Monkey on my back’.

Minha música preferida deles e da qual tenho até tatuagem homenageando é ‘Full Circle’, mas esta já desisti de ouvir ao vivo haha. Em compensação a ‘vice-preferida’ – ‘Livin’ on the edge’ – foi naturalmente maravilhosa e emocionante, como deveria ser.

O Aerosmith também fez uma simpática homenagem à campanha do Outubro Rosa ao cantar ‘Pink’. Além disso, Joey, Tom e Brad estavam usando a fitinha característica e Joe estava divando de camisa rosa pink.

aerosmith show 2016

Já de praxe dos shows da banda, os covers ficaram por conta de ‘Stop Messing Around’ (momento mais ‘solo’ do Joe Perry’ e pros fãs do disco de blues ‘Honkin’ o’ Bobo’), ‘Come Together’ e ‘Train Kept A-Rolling’. Eu normalmente sou contra covers em shows (acho que ‘tira espaço’ de músicas boas e originais do artista) mas dessa vez não tive do que me queixar. Até porque ‘Train...’ e ‘Stop...’ pra mim já são muito a cara do Aerosmith. 

Tudo o que é bom dura pouco, não é mesmo? Mas para encerrar, a banda voltou pro bis com as inesquecíveis ‘Dream On’ e ‘Sweet Emotion’. Dizem que essa foi a última passagem da banda pelo país em turnê (alô alô rock in rio 2017), mas sinceramente, alguém tem coragem de se despedir desses caras?!

Resenha: Ginger & Rosa

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa traz a resenha do drama inglês Ginger e Rosa! Já conhece?

ginger e rosa poster

Ginger e Rosa é um filme britânico de 2012 dirigido por Sally Potter e estrelado por Elle Fanning (irmã da Dakota Fanning) e Alice Englert. Quando resolvi assistir fiquei um pouco receosa por achar que a história ia ser boba e infantil, porém o filme me surpreendeu. Com um ritmo lento e dramático o filme é embalado com a história de amizade de Ginger e Rosa, duas adolescentes de 15 anos inseparáveis com projetos de vida bem distintos.

Como cenário, Londres de 1962, em plena Guerra Fria com a ameaça da bomba nuclear, as duas personagens sonham em não ter o mesmo destino das mães: ser dona de casa e se dedicar somente ao marido e aos filhos, com dedicação somente para a rotina doméstica. Aí já vemos uma inclinação do filme à uma crítica ao estilo de vida levado pelas mulheres naquela época, já que as duas protagonistas servem como uma forma de contra corrente. O filme tem um certo viés histórico, por se passar nos anos 60, marcado pela revolução sexual por protestos como forma de contestação.

ginger and rosa

O filme além de mostrar o desenrolar da amizade de Ginger e Rosa, mostra também o conflito delas com suas mães e com elas próprias, Ginger quer ser ativista e tentar mudar o mundo, acredita no anarquismo e na liberdade. Rosa quer ser importante para alguém, deseja antes de qualquer coisa ser amada, porém ambas passam por conflitos existenciais. Rosa não tem uma presença paterna, enquanto Ginger tem um pai extremamente amoroso, que a incentiva em tudo o que ela sonha. A amizade das duas personagens começa a ficar abalada quando Rosa projeta no pai de Ginger o amor que tanto sonha receber de alguém: Ela acaba se apaixonando por ele e aí é que o filme entra num profundo drama.


Com uma fotografia linda e ótima atuação de Elle Fanning, que consegue expressar todas as emoções da personagem, Ginger e Rosa é um filme sobre amadurecimento, poético e delicado, vale a pena ser assistido.

Leia também a crítica da comédia romântica Questão de Tempo.


Minha Coleção do U2

Opa! Tudo bom? Trazendo o primeiro vídeo um pouco mais pessoal lá do canal, dessa vez mostrando minha pequena coleção de U2. Assistam abaixo:


Alguns dos itens citados no video:

Livros:
Walk On - A Jornada Espiritual do U2 - Steve Stockman
U2 Live - Concert Documentary, de Pimm Jal de La Parra
North Side Story (exclusivo dos assinantes do U2.com)
U2 by U2 - Neil McCormick
Morte a Bono (Killing Bono) - Neil McCormick

Revistas: Bizz Especial, Bizz e Rolling Stone

Cds: Boy, October, War, Under a Blood Red Sky, The Unforgettable Fire, Wide awake in america, The Joshua Tree, Rattle and Hum, Achtung Baby, Zooropa, Pop, All that you can't leave behind, How to dismantle an atomic bomb, No line on the horizon, Songs of Innocence, U218 singles e Best of 80-90.

Lojas citadas: Santo Rock e Korova

Espero que gostem de conhecer um pouco mais sobre meus cacarecos de fã :D 

Resenha: Forrest Gump - O contador de histórias

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxe a resenha do maior clássico da carreira de Tom Hanks: Forrest Gump!

forrest gump poster


Sabe aqueles filmes que tu não cansa de assistir? Forrest Gump é um deles. É um dos meus favoritos. O filme é de 1994, dirigido por Robert Zemeckis e estrelado pelo ótimo Tom Hanks e baseado no livro de mesmo nome de Winstom Groom. Para quem é amante do cinema, é um clássico contemporâneo que deve ser assistido.

O filme conta a história de Forrest Gump (Tom Hanks) desde sua infância até a fase adulta passando por tudo o que ele viveu durante estes períodos. O diferencial é justamente que o personagem narra os acontecimentos, ele mesmo narra sua trajetória de vida. Eu me apaixonei por este filme pelo fato do personagem passar por situações inusitadas e inacreditáveis e por narrá-las de uma forma engraçada e emocionante (um dos poucos filmes que me fez chorar). É um filme sobre destino, sobre inocência e sobre sensibilidade.

forrest gump análise

Outro ponto importante do filme é que todos os acontecimentos vividos por Forrest tem ligação com fatos históricos, como se ele estivesse presente ou até fosse o responsável por cada um deles. Mais do que os acontecimentos vividos por Forrest, o filme mostra como a inocência e a ingenuidade do personagem se relaciona com outros personagens – por exemplo – Jenny, seu grande amor, que embala grande parte da narrativa.

Eu coloco como um dos grandes méritos deste filme, muito mais que a trajetória de vida de Forrest e os eventos ocorridos com ele, é a essência do personagem, seu caráter, sua ingenuidade e seu modo de encarar e resolver as coisas. É um personagem que aceita o que o destino lhe dá, de coração puro, sensível, um adulto com alma de criança e isso foi o que mais me emocionou.



Em questões técnicas, o filme tem uma fotografia muito bonita e o roteiro é bem estruturado e amarrado. A voz do personagem que fica de plano de fundo narrando a história foi uma sacada muito legal do diretor e do roteirista, pois dá um tom bem pessoal ao filme, é um monólogo. Outra questão mais técnica também é que a narrativa percorre elipses temporais, ou seja, o filme é um constante flash back. A montagem e edição também é muito bem feita, já que como o personagem aparece em contextos históricos, eles misturaram imagens reais com imagens ficcionais, parecendo mesmo que Tom Hanks está ali dentro do acontecimento histórico.

Por fim, vale muito ver esse filme, não só por tudo o que eu citei anteriormente, mas porque ao final ficamos tentando se identificar com o personagem, como cada pessoa tem suas particularidades e seu modo de lidar com a vida e com as situações, que ser fora do padrão é bom sim e que melhor ainda é sempre mantermos a nossa essência sem deixar que o mundo a corrompa.


Video Review: Perfect Illusion - Lady Gaga

Opa! Tudo bom? No vídeo de hoje fiz uma análise do novo clipe da Lady Gaga: Perfect Illusion. Assista primeiro o clipe abaixo:



Este é o primeiro clipe do novo disco da Lady Gaga intitulado ‘Joanne’ e que deve chegar às lojas no final de outubro. Essa nova fase da cantora é marcada por um conceito muito mais cru e pessoal do que os trabalhos anteriores, e isto já é bem visível no vídeo de ‘Perfect Illusion’

Falando agora especificamente do vídeo, ele começa com a cantora dirigindo pelo deserto e posteriormente dançando, quando somos ‘jogados’ para uma espécie de show ou festa. Já nesse segundo ambiente, Gaga aparece cantando junto de sua banda (formada justamente pelos produtores de seu disco). 

O vídeo tem cortes muito rápidos dando a sensação de que o espectador faz parte da cena. A ‘Perfeita Ilusão’, no meu ponto de vista, é justamente essa festa do segundo momento.Entenda mais esta análise no vídeo:   
                                                   
  
Não se esqueça de dar like no vídeo e de se inscrever no canal. Já tinham visto esse clipe?