3 {Bons} Discos para Ouvir no Natal

Estamos em recesso de final de ano. Voltamos dia 5 de janeiro :) Feliz ano novo!


Opa! Tudo bom? Natal é uma época de reunir amigos e familiares e principalmente de amor e reflexão. Juntar pessoas é sempre sinônimo de misturar diferentes gostos e opiniões, então se tratando de música fica mais difícil ainda agradar. Separei três discos com coletâneas super variadas para agradar (quase) todo mundo. 

This Warm December: Brushfire Holiday’s Vol. 1 

Minha primeira escolha é mais voltada para o surf music. Reunindo artistas do selo Brushfire Records o disco traz canções natalinas pra quem curte um som calminho e acústico. Destaco Someday at Christmas do Jack Johnson, No Christmas for Me da Zee Avi e The Man in the Santa Suit do Neil Halstead. O disco também conta com canções de Matt Costa, G. Love e Rogue Wave. Ouça aqui. 

A Very Special Christmas - 25th aniversary 

Há mais de vinte anos que as principais vozes da música se reúnem nesta série “A Very Special Christmas”. Os lucros da venda dos discos são revertidos para as Paraolimpíadas. Nesta vigésima quinta edição, o álbum de artistas com Train, Christina Aguilera, Dave Matthews Band, entre outros. Além disto, está disponível no Spotify uma outra versão dupla deste disco, contando com Christmas (Baby Please come Home) do U2 e I Wish Everyday Could be Christmas do Bon Jovi, entre outras. Ouça aqui. 

Christmas Rap Classics 

(Que capa é essa? ._.) Os fãs de rap também podem comemorar. Essa coletânea humilde traz grandes rappers em versões natalinas. Destaco Santa Claus goes to the Ghetto do Tha Dog Pound e Santa Baby do Run-DMC. O disco também tem raps natalinos de Ludacris, Yeezy, entre outros. Ouça aqui.

 A equipe do Red Behavior deseja a todos um iluminado e feliz Natal!

Duas Versões: Tears Dry on Their Own

Opa! Tudo bem? Hoje o Duas Versões vem um pouco diferente do normal, pois trago duas versões bem distintas de uma música, porém interpretadas pela mesma artista. 

tears dry on their own

A primeira e mais conhecida versão de Tears Dry On Their Own é do segundo disco de estúdio da Amy - Back to Black (2006). A faixa produzida por Salaam Remi e escrita por Amy é uma das melodias mais divertidas do disco apesar da letra sombria. Além disto conta com trechos do clássico “Ain’t No Mountain High Enough” do Marvin Gaye. O vídeo da faixa foi gravado em 2007 em Hollywood mostrando a cantora caminhando pelas ruas.


Tears Dry On Their Own fala sobre seguir em frente após um término de um relacionamento. A melodia da primeira versão conta com elementos de R&B que dão justamente um ar descontraído ao problema, tratando-o como já resolvido e já esquecido. A questão é que o conturbado relacionamento de Amy com o ex-marido Blake Fielder-Civil nunca foi resolvido e esta mágoa é perfeitamente visível na segunda versão da música - agora intitulada Tears Dry.


Tears Dry está presente no disco póstumo de Amy Winehouse - Lioness: Hidden Treasures, lançado em 2011. Esta segunda versão - e de longe minha preferida entre as duas - lembra bem mais a atmosfera sombria do disco Back to Black, e assim a realidade do coração de Amy. O produtor Salaam Remi revelou que esta seria a versão original da música, mas que no momento da edição Amy teria preferido algo mais divertido e que lembrasse a vibe Motown. Qual das duas você prefere? :)

O Cotidiano de Darth Vader

Opa! Chega hoje no mundo todo talvez o filme mais aguardado do ano: Star Wars VII - O Despertar da Força. Pensando nisso, o artista polonês Paweł Kadysz criou uma série diária de fotos de como supostamente seria o cotidiano de um dos maiores ícones da cultura pop. O resultado é muito divertido. Vou colocar abaixo as legendas traduzidas do próprio autor ;) 

“Só mais cinco minutos” 

“Ok, admito. Estou me exibindo um pouco. Nenhum cachorro foi ferido durante a alimentação. Foi bem o contrário. Cães gostam de ser alimentados.” 

“Droga! Esqueci metade das coisas que precisava comprar” 

 “Cozinhando algo pro jantar” 

 “Das antigas” 

 “A força está fraca hoje” 

“Quase pronto para conquistar a galáxia”. 

 Veja a série completa aqui. 

A coluna Fotografia traz sempre uma série especial de algum fotógrafo(a) que me chamou atenção seja na internet ou na vida real. Fique à vontade de me indicar uma série de fotografias :)

Resenha: Ela


Opa! O filme é dirigido por Spike Jonze (o mesmo que dirigiu "Onde Vivem os Monstros") e estrelado por Joaquim Phoenix e pela voz de Scarlett Johansson. A história tem como principal foco o romance do escritor Theodore (Joaquim Phoenix) pelo sistema operacional do seu computador chamado de Samantha (voz de Scarlett Johansson). O filme é uma ficção científica baseada no amor.

Ela” nos mostra como esse relacionamento aconteceu e a evolução dele. Theodore é um homem que vive sozinho e que buscou na "paixão" pelo sistema operacional uma forma de suprir essa necessidade de ter alguém para compartilhar momentos. A história também nos mostra essa nova forma de amores contemporâneos. O personagem vive todos os tipos de características que um relacionamento pode ter: ciúme, possessão, distância, sexo, brigas, tudo isso entre ele e a máquina, o que nos faz questionar até que ponto o ser humano pode ir para se sentir completo.


O futuro imaginado pelo diretor é triste, individualista, melancólico e solitário, onde somente a tecnologia é que faz parte da vida das pessoas. Não há interação humana, e sim interação de humanos + máquina. Ele nos transporta para uma realidade futura em que o ser humano não consegue viver sem o auxílio das máquinas, seja para pagar contas e enviar emails, até ter um relacionamento com a própria máquina.

A principal crítica do filme - e moral da história por assim dizer - é que estamos vivendo numa era em que até os relacionamentos são completamente virtuais. O filme retrata com criatividade as novas formas de amor, seja ele por uma máquina ou por um ser humano. Ele questiona o uso da tecnologia nas nossas vidas e principalmente a importância que damos a elas.


“Ela” tem uma estética muito bonita e uma fotografia impecável com um ar "vintage". A trilha sonora é simples, mas muito boa. O figurino também chama a atenção, pois os personagens de vestem como nos anos 60 e 70, mas o cenário do filme se passa num futuro em não há carros voadores, por exemplo, como estamos acostumados a ver um ficções científicas. 

A ficção mostrada no filme é muito mais a evolução da nossa mente e das nossas necessidades do que uma evolução material. Por fim, é um filme simples, mas que nos faz refletir sobre como estamos vivendo, sobre as mais profundas questões e os mais profundos sentimentos do ser humano.


Quem são os indicados ao Grammy de Artista Revelação


Opa! Como estão? Ontem saiu a lista oficial dos indicados ao Grammy 2016 e graças a isso preparei uma série muito especial de posts. Até o dia do evento - que ocorre em 15 de fevereiro - postarei semanalmente conteúdos sobre os indicados, pra vocês assistirem a premiação estando por dentro de tudo :) Confira hoje os indicados ao Grammy de Artista Revelação. 

 Meghan Trainor

Pra mim, de longe a mais famosa da lista. Meghan emplacou o incansável hit All About the Bass e seu disco de estréia - Title - já ultrapassa 1 Milhão e 600 mil copias vendidas no mundo. A cantora americana também tem outros hits muito chiclete como Dear Future Husband e Lips are Moving. Eu particularmente gosto e acho as músicas divertidas, mas fico com um sentimentinho de “mais do mesmo”. 

 James Bay

Somente pelo nome você talvez não conheça o cantor e guitarrista britânico, mas com certeza já ouviu seu it Hold Back the River. Seu álbum de estreia Chaos and the Calm é um dos mais ouvidos do ano do Reino Unido. James também tem outras músicas interessantes como Let it Go, If You Ever Want to be in Love e Scars. Legal de ouvir, me lembrou de certa forma o chará James Blunt mais novo. 

 Tori Kelly

Dona de uma voz querida e doce, Tori Kelly também é americana e ficou bem famosa com vídeos no YouTube. Em 2012 ela lançou seu primeiro EP produzido por ela mesma e atingiu o top 10 do iTunes. Anos depois ela assinou contrato com uma gravadora e lançou seu primeiro disco oficial - Unbreakable Smile. O álbum tem boas músicas como Nobody Love, Should’ve Been Us e a parceria com Ed Sheeran em I Was Made for Loving You

 Courtney Barnett

Minha preferida dos cinco, a australiana chamou a atenção da mídia em seu primeiro EP e posteriormente com seu disco de estréia Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit. As músicas quase sempre são com letras bem divertidas e embaladas. Destaco Depreston, Avant Gardener e Pedestrian at Best. 

 Sam Hunt

Mentira - tenho dois preferidos. Ex-jogador de futebol americano, o americano já tinha escrito músicas para artistas como Keith Urban, entre outros. Seu primeiro EP ficou entre o top 5 dos Discos de Country da Billboard e posteriormente, seu disco de estreia Montevallo alcançou o terceiro lugar dentre o top 200 da categoria geral. Gosto bastante de Make You Miss Me e Take Your Time

 Já conheciam todos? Qual seu preferido?

5 Motivos pra Conhecer a Série Peaky Blinders

Opa! Tudo bem? Hoje é dia de vídeo novo no canal :)


O assunto hoje é o seriado Peaky Blinders. Por ser pouco conhecido no Brasil, hoje trago cinco motivos para você assistí-lo.

1.  Produção Confiável: A série é produzida pela BBC, criada e dirigida por Steven Knight (que já trabalhou em Senhores do Crime e Coisas Belas e Sujas) e já foi comparada pela crítica com a Boardwalk Empire da HBO

 2. O Enredo: Peaky Blinders traz a história real da família Shelby, formada por criminosos que praticavam assaltos, contrabando e apostas ilegais. No ano de 1919, Thomas Shelby - líder da família e da gangue Peaky Blinders - volta da primeira guerra com o objetivo de estabelecer domínio da cidade de Birmingham interior da Inglaterra.

 É interessante como essa família-gangue é formada por personalidade muito diferentes. Thomas tem três irmãos: Arthur - que tem problemas sérios de temperamento, Joe que é viúvo e responsável por cuidar de seus quatro filhos e a irmã Ada que e rebelde e não quer se envolver nos negócios da família. Além disso eles vivem com a Tia Polly, que é uma mulher religiosa e com muita personalidade.

 Os princpais inimigos dos Peaky Blinders na primeira temproada são justamente o policial Campbell - que disposto a agradar o presidente Churchill está com o objetivo de eliminar o crime das ruas britânicas - e também a gangue de Billy Kimber - os rivais sanguinários que controlam os negócios de jogo ilegal. Além de tudo isso, Thomas se envolve com Grace, uma linda jovem que tem um ~segredo~ Veja os outros três motivos no vídeo:



 E ai? Ficaram curiosos pra conhecer?