Show acústico do Frejat em Porto Alegre

Opa! Tudo bom? Vou contar um pouquinho sobre como foi o show do Frejat em Porto Alegre no dia 11 de junho no Teatro Bourbon Country. O artista trouxe um show diferente do que está acostumado a fazer, pois no lugar da guitarra e de toda a energia dele e da banda, Frejat subiu ao palco apenas com voz e violão. Vocês verão que o setlist passa por sucessos de toda sua trajetória artística, e também por algumas versões. Como o próprio artista definiu: "a ideia é fazer um show intimista tocando minhas músicas, algumas delas sucessos e outras que não toco há muitos anos".

frejat bourbon country

Para uma platéia lotada, o show começou com 'Eu não quero brigar mais' (do disco 'Intimidade Entre Estranhos, de 2008) e 'O que mais me encanta' (do "Sobre nós Dois e o resto do mundo' de 2003). A sequência foi de uma mescla entre outros sucessos da carreira solo como 'Seu Amorzinho' e alguns clássicos da época do Barão Vermelho como 'Todo Amor Que Houver Nessa Vida' e 'Nós' - está Frejat até comentou que foi a primeira que compôs com Cazuza. Claro que não faltariam as famosas 'Segredos' e 'Homem Não chora" - que a platéia cantou em peso junto. 

Durante o show, Frejat interagiu bastante com o público, fazendo alguns comentários antes de cada música, contando a origem da mesma ou algumas curiosidades. Meus momentos preferidos foram quando Frejat tocou 'Amor pra Recomeçar' (canção icônica dele que gosto há anos), 'Intimidade entre Estranhos' (essa faixa eu não conhecia, mas fiquei encantada com a melodia e letra - que fala sobre vizinhos sofrendo cada um suas angústias) e é claro, 'Trocando em Miúdos' (versão da aclamada música de Chico Buarque que minha mãe está sempre cantando aqui em casa. Na hora mandei a gravação em áudio por whats e ela se emocionou bastante ^^). 


Da carreira solo do artista também foram tocadas músicas como 'O Amor é Quente', 'Me Perdoa', 'No Escuro e Vendo' e 'Sobre nós dois e o resto do mundo'. Já as canções do Barão Vermelho foram tocadas tanto as mais conhecidas como algumas mais "para os fãs" como 'Túnel do Tempo', "Sombras no Escuro", "O Poeta está vivo", "Bilhetinho Azul", "A Chave da porta da frente" e a clássica "Por Você" (nessa a platéia levantou para fazer coro junto do artista).  

Frejat se despediu, agradeceu muito à presença de todos, mas logo em seguida voltou para o bis. Neste, trouxe 'Por aí' (faixa pouco conhecida do Barão), 'Embriague-se' (nessa inclusive ele contou uma história muito fofa sobre como sua filha adorava essa música, mas por conta da letra ele simplesmente não podia deixá-la cantar) e 'Carpinteiro do Universo' (clássica música do Raul Seixas). O show encerrou com "Pro Dia Nascer Feliz' e com a platéia emocionada e muito feliz.


O show do Frejat estava impecável e eu gostei muito! Outra coisa que adorei foi a estrutura do Teatro Bourbon Country, que eu já tinha ido há muuuuuitos anos atrás porém para shows "de pé". Obrigada a Agência Cigana e à Jéssica pelo credenciamento :)

O que acharam do show? Vocês gostam das músicas dele? 

5 Clipes do Chris Cornell #Homenagem

Opa! O mês de maio foi bem triste para os fãs de rock. O artista Chris Cornell nos deixou na madrugada de quinta, dia 18 de maio. Momento muito triste e de reflexão. Não cabe nada além de respeito aos familiares,respeito a decisão dele e principalmente de admiração ao trabalho dele e de bons pensamentos e energias para que ele agora esteja em paz. Eu decidi fazer este vídeo como uma homenagem do Canal a este artista tão talentoso e tão inesquecível. Separei cinco principais clipes para a gente relembrar um pedacinho da carreira dele:



Chris Cornell nasceu em Seatle, Estados Unidos e começou a tocar piano ainda na infância. Quando jovem, chegou a fazer parte de uma banda chamada Jones Street Band, mas foi em 1984 que formou o grupo que o alavancou para o sucesso: o Soundgarden. A banda lançou dois discos nessa década: Ultramega OK e Louder Than Love. Em 1990, Chris perde seu grande amigo, o músico Andrew Wood. Disposto a homenagear o artista, Chris se junta a Eddie Vedder e Mike McCready, que posteriormente formariam o Pearl Jam, e a outros artistas e forma o grupo ‘Temple of the Dog”. Temple of the dog lançou somente um disco autointitulado e repleto de ótmas musicas, entre elas ‘Hunger Strike’ que é essa que vocês estão vendo. 

Já com do Soundgarden eu vou destacar dois grandes clipes. O primeiro é de Outshining. Outshining faz parte do terceiro disco da banda, o Badmotorfinger de 91. Esse foi um período em que a cena grunge estava em alta no mundo todo, com discos como Nevermind no Nirvana e Ten do Pearl Jam também em destaque. Esse disco tem outras grandes músicas como Rusty Cage, Jesus Christ Pose e "Room a Thousand Years Wide". 

Assista ao vídeo para conhecer e assistir um pouco dos principais clipes que escolhi :)

Show do Steve Vai em Porto Alegre

Opa! Tudo bom? Hoje vou contar um pouco sobre como foi o show do Steve Vai em Porto Alegre no dia 6 de junho de 2017, no teatro Araújo Vianna! 

porto alegre

O guitarrista icônico Steve Vai voltou ao Brasil trazendo dessa vez a turnê inédita do disco “Passion and Warfare”, em homenagem aos 25 anos do álbum. E por falar em aniversário, o músico estava completando 57 anos no dia do show. Além disso, o responsável pela abertura do show foi o músico gaúcho Erick Endres, que fez uma apresentação ótima! 

Pontualmente, o espetáculo começou com uma cena do duelo entre Steve Vai e Ralph Macchio do filme “Crossroads” no telão. Logo em seguida, Vai subiu ao palco todo vestido de luzes de led na roupa e lasers vermelhos saindo do óculos. Acompanhando de Phil Bone (baixo), Dave Weiner (guitarra) e Jeremy Colson (bateria), os músicos tocaram “Bad Horsie” (do disco “Alien Love Secrets”, 1995), “The Crying Machine” (do “Fire Garden”, 1997) e “Gravity Storm” (do “The Story of Light”, 2012). Sou a maior das manteigas derretidas em shows e sempre choro em algum momento. Tinha decidido que dessa vez não ia chorar, mas falhei miseravelmente em “Whispering a Prayer”. Lindo demais! 

porto alegre

Na sequência, Vai e os companheiros apresentaram o disco ‘Passion and Warfare’ na íntegra como prometido. Logo na primeira, ‘Liberty’, Vai contou com uma participação virtual do guitarrista Brian May (do Queen). As clássicas ‘Erotic Nightmares’ e ‘The Animal’ também empolgaram muito o público. “Answers” foi a segunda música a ter participação no telão. Dessa vez o companheiro de guitarra, Joe Satriani, brincou com perucas e máscaras enquanto dividia a guitarra com Vai. 

‘The Riddle’ e ‘Ballerina 12\24” também tocadas com perfeição, seguidas do hino “For the Love of God” (onde falhei mais uma vez tentando não chorar). O teatro do Araújo Vianna tem os setores muito próximos uns dos outros, o que normalmente faz o pessoal levantar no meio do show e ficar trocando de lugar na maior chafurda, o que definitivamente não aconteceu dessa vez. A platéia estava literalmente hipnotizada pelo brilho e maestria de Steve Vai. 


Depois, “The Audience is Listening” iniciou com o videoclipe clássico no telão, e no final apareceu mais uma participação virtual: John Petrucci, que brincou e tocou junto do músico. “I Would Love To” também foi tocada acompanhada do clipe, um vídeo bem farofeiro e divertido. Bem típico dos anos 90. “Blue Powder” e “Greasy Kid's Stuff” mantém o público empolgado, e a banda encerra a passagem do disco com o trio “Alien Water Kiss”, “Sisters” e “Love Secrets”. 

Steve Vai foi extremamente simpático ao longo do show, brincou com o público, fez piada sobre seu aniversário e apresentou seus colegas da banda. No bloco final, Vai tocou ‘Stevie’s Spanking’ em homenagem ao músico e amigo Frank Zappa seguida de “Racing the World”. Pouco antes da música final, a equipe do músico subiu ao palco e puxou um “Parabéns” ao artista. O show encerrou com “Fire Garden Suite IV – Taurus Bulba”. 


Steve Vai é um mestre atemporal! O show estava muito emocionante e impecável. Com certeza será uma noite inesquecível para todos que estavam presentes. Assista também a este resumo do show junto de algumas cenas gravadas por mim no vídeo abaixo:


Obrigada Abstratti Produtora pelo credenciamento!!

Favoritos (Musicais) de Maio

Opa! Tudo bom? Hoje eu vou contar pra vocês quais foram os meus favoritos musicais do mês de maio. Inspirados nos infinitos vídeos de favoritos do mês dos canais de livros, de séries, de beleza, decidi trazer uma ideia assim pro "mundo" da música. Lembrando que eu estou testando esse quadro ainda então pode ser que ele mude ao longo dos meses. Deixem sugestões aqui nos comentários :)



Meu disco preferido desse mês foi ‘Everyday Robots’ do Damon Albarn. Quando saiu o disco Humanz do Gorillaz, senti falta dos vocais do Damon, fui procurar outros trabalhos dele e me deparei com esse disco. O álbum é de 2014e é o primeiro disco totalmente solo do Damon. Bem diferente do Blur e do próprio Gorillaz, uma coisa mais eletrofolk. Tem musicas muito boas como ‘Lonely Press Play’, ‘Hollow Ponds’ mas a minha preferida é 'The Selifh Giant'. Ouça abaixo:




Agora vou falar das minhas músicas preferidas avulsas do mês de maio:

1 - Sleeping Dogs do Zakk Wylde com Corey Taylor


Por questões de burocracia da gravadora, a 'Sleeping Dogs' foi lançada sem a participação do Corey no disco 'Book of Souls II', do Zakk Wylde. Mas posteriormente o Zakk divulgou até um novo clipe pra faixa, contando então com os vocais do vocalista da Slipknot e Stone Sour. 

 2 - Stone Sour - Fabuless


Por falar em Corey Taylor, a Stone Sour está prestes a lançar seu sexto disco 'Hydrograd'. Eles são uma das minhas bandas preferidas então estou muito ansiosa pelo lançamento inteiro, Vou fazer resenha completa com certeza. Nas últimas semanas eles lançaram 3 musicas do trabalho novo: Fabuless, Song 3, Taipei Person/Allah Tea. As três faixas são muito boas, mas o clipe de Fabuless tá sensacional. 

 3 - The Little Thing That Give You Away - U2


O U2 está com música e turnê novas. Começou no mês passado a turnê 'The Joshua Tree Tour', homenageando os 30 anos deste disco histórico e ao final de todos os shows eles estão apresentando a musica nova ‘The Little Things that give you away”. Aquele disco cujo lançamento ninguém sabe quando vai acontecer. Infelizmente ainda não temos a versão de estúdio, mas a apresentação da banda no programa do Jimmy Kimmel dá conta do recado ;)

4 - Swish Swish - Katy Perry feat. Nicki Minaj


Nem só de rock vive este blog hahaha. A Katy Perry divulgou esse mês mais uma música do seu próximo dico ‘Witness’. Parceria com Nicki Minaj. Eu gostei muito dessa musica, achei bem diferente, dançante. A minha expectativa pra esse disco está bem baixa, mas pode ser que me surpreenda.

Qual dos favoritos vocês mais gostaram? 

Crítica do filme 'Anna Karenina'

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxa a resenha do filme Anna Karenina, de 2012, estrelado por Keira Knightley. 


O filme 'Anna Karenina' é uma adaptação britânica de 2012 do clássico livro homônimo de Liev Tolstói. Dirigido por Joe Wright - responsável por dirigir também a adaptação de Orgulho e Preconceito - tem Keira Knightley como protagonista, além de Jude Law e Aaron Taylor Johnson. Vale destacar que o longa ganhou 2 Oscars por trilha sonora original e figurino. Eu gosto muito desta história, pois o diretor optou por uma abordagem incomum de apresentar a história: o filme trabalha em forma de teatro antigo, os cenários se movem conforme a ambientação da cena e dos personagens. 

Logo nos primeiros minutos já notamos que há algo de diferente na produção. Esse é o grande diferencial e que me fez escolhê-lo para esta resenha. A história se passa em 1874 no período da Rússia Imperial e narra os conflitos de uma traição. Anna Karenina (Keira Knightley), é casada com Alexei Karenin (Jude Law), um prestigiado funcionário do governo. Porém ao viajar para consolar a cunhada, que vive uma crise no casamento devido à infidelidade do marido, ela conhece o conde Vronsky (Aaron Johnson), que que se apaixona por ela e passa a segui-la. 


Apesar de se sentir atraída por Vronsky, Anna tenta ignorar seus sentimentos e decide voltar para sua cidade. Entretanto, Vronsky insiste e resolve se declarar. À partir disto, os dois começam a viver um romance escondido, até que Alexei descobre e Anna se vê pressionada e obrigada a fazer escolhas que contrariam seus objetivos. A primeira vista, parece só mais um romance de época, porém Anna Karenina trata do quão vulnerável podemos ficar diante de pressões e da evolução da mulher. 

A personagem, além de sofrer a pressão do marido, sofre também com a ridicularização e preconceito da sociedade da época com as mulheres que possuíam um caso extra conjugal. Em 1874, ano em que a história se desenrola, era ultrajante para uma mulher se envolver com outros homens e mais ultrajante ainda era pedir o divórcio, pois uma mulher divorciada era uma mulher indigna. Além desta questão, a narrativa também fala sobre o quanto as mulheres também eram vulneráveis e moldadas por princípios e regras da sociedade da época, por exemplo, há uma personagem que é pressionada pela família a se casar, pois seria uma vergonha ter uma "solteirona" na família, simbolizava fracasso. Então ao assistirmos o longa, podemos tirar alguma questões sociais para reflexão.



Falando dos aspectos técnicos, a direção de arte é linda! Como falei lá no começo do post, o filme todo tem a proposta de apresentar a narrativa como um teatro, os personagens e cenários são todos em cima de um palco, com tudo sendo montado ali na hora mesmo. O diretor chegou até a declarar que optou por esse tipo de proposta para dar mais ênfase à história, pois a sociedade russa da época era assim: um grande palco onde tudo era encenado. 

O longa quase não possui tomadas externas e isso chama muito a atenção, praticamente todas as cenas são internas, tudo o que era pra ser externo, foi substituído por cenário de papel. Gostei muito, também, dos planos utilizados pelo diretor, ele faz uso de vários planos detalhe – que tem por função justamente mostrar os detalhes do cenário - também faz um bom uso do plongée, que são planos vistos de cima, tudo com o intuito de ajudar a compôr a história. O filme vale ser visto pela criatividade usada por Joe Wright, é uma outra forma de se fazer e se ver o cinema.

John Mayer volta ao Brasil este ano

Opa! Tudo bom? Os brasileiros fãs de música receberam uma ótima notícia esta semana: a confirmação dos shows do John Mayer no país!


O cantor e compositor John Mayer, vencedor de sete Grammys, traz sua turnê 'Search for Everything World Tour' para o nosso país em outubro. Essa é a primeira turnê solo do cantor desde 2014 e ela passará pela Europa e América do Norte antes.

O artista desembarca aqui em Porto Alegre no dia 24 de outubro para um show no Anfiteatro Beira-Rio, às 21h. A pré-venda de ingressos para o show na capital gaúcha, exclusiva para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard, começa no dia 20 de junho, às 10h, no site www.livepass.com.br. As vendas para o público em geral iniciam no dia 23 de junho.


John Mayer também realizará outros quatro shows no país na mesma época: em São Paulo, no Allianz Parque dia 18; em Belo Horizonte na Esplanada do Mineirão no dia 20; em Curitiba na Pedreira Paulo Leminsky no dia 22; e no Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena no dia 27.



'The Search for Everything World Tour' é a terceira grande turnê mundial de John Mayer depois do lançamento do álbum homônimo no início deste ano, seu sétimo álbum de estúdio.

Gostaram da notícia? Pretendem ir em algum dos shows? Eu mesma pretendo ir!!