Discover: Dopaminas

Opa! Tudo bom? A Discover de hoje traz uma banda feminina incrível. A Dopaminas surgiu em Belo Horizonte (MG) em 2013 e faz um rock que mistura elementos alternativos, punks e mais clássicos. A formação atual conta com a vocalista Deborah Lamounier, Vanessa Magom na guitarra, Nathália Tuia no baixo e Paloma Marques na bateria.



As meninas da Dopaminas já tocaram em grandes eventos como Conexão BH, Matriz Solidária, Virada Cultural, entre outros. Além disto, elas fazem parte do ‘MURRO: Movimento Underground Rock’n’Roll”, importante movimento que valoriza a música autoral mineira. Este ano, a banda lançou seu segundo EP intitulado ‘O Que Restou da Primeira Viagem”, ouça abaixo:



No ano passado, a Dopaminas havia lançado seu primeiro EP “Quando as Folhas se Agitam”. O trabalho traz a identidade do som das meninas de forma obscura e sensível. Ele foi gravado e mixado no Óxido Estúdio Musical, conta com 4 faixas exclusivas e uma faixa bônus “Tava Tudo Bem”.O EP completo está disponível abaixo:



Além disso, a Dopaminas tem um espaço especial na MutanteRadio (rádio online que possui diversos programas por todo o país). O programa “No meio do Caos” é apresentado pelas artistas e traz diferentes sons do universo autoral mineiro e fica online no site todas as quarta-feiras às 14h. Os programas estão todos disponíveis neste link.

Acesse também o Facebook oficial da banda para saber mais sobre as meninas e ouça no Spotify por aqui. Já conhecia o som das Dopaminas? O que achou?

O Último Capítulo: Mistério e terror dos anos 60

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa traz a resenha do terror psicológico 'O Último Capítulo' - produção exclusiva da Netflix ;)


'O Último Capítulo' é um filme dirigido por Oz Perkins e que foi ao ar na plataforma de streaming em outubro deste ano. Com duração de 1:20 min, é um terror psicológico recheado de muito suspense e extremamente lento e denso. O filme tem para mim dois grandes destaques: a história e as questões técnicas. A história se passa em uma casa com uma enfermeira que é chamada para cuidar de uma idosa escritora de livros de horror dos anos 60 que se encontra debilitada em sua casa sofrendo de amnésia. 

Ao chegar na casa a enfermeira Lilly começa a sentir um clima estranho e desconfortável. 

Porém não sabe ao certo o que pode estar ocorrendo. Em um dia sem ter muito o que fazer na casa, ela resolve vasculhar os arquivos e os livros escritos pela senhora e acaba descobrindo que a personagem principal de um dos livros chamado de A Moça nas Paredes, pode ter sido baseado em uma história real que a própria casa guarda e que a moça pode ter vivido e morrido ali.

O que eu acho mais interessante dentro da questão da história mostrada aos espectadores, é o fato de que não há diálogos. A personagem conversa com ela mesma, ela fala em voz alta tudo o que está pensando, fazendo com que entremos dentro da mente e dos medos da personagem. Outro aspecto interessante de 'O Último Capítulo' é que ele trabalha com somente uma personagem, apenas a enfermeira guia a narrativa, a senhora que ela cuida é mera coadjuvante.

O filme tem uma fotografia extremamente linda

Repleto de cores frias e com ângulos inusitados e detalhes. A trilha sonora também merece destaque, porque é composta apenas por sonoplastias, ou seja, ruídos e sinfonias. Outro aspecto também interessante é o fato de que o filme não trabalha com artifícios comuns de filmes de terror, principalmente aqueles que se passam em uma casa mal assombrada e os Jumpscares( sustos inesperados ) são completamente banido desse filme. Outra coisa que também chama a atenção é que se passa todo dentro da casa, somente varia os cômodos: do quarto para a cozinha, para a sala, para o banheiro, não há outros ambientes, dando uma sensação de claustrofobia e curiosidade.



Mesmo com um ritmo lento, denso e pesado e trabalhando com uma única personagem, com um único ambiente e sem diálogos, o filme tem um lado bem poético e consegue atingir seus objetivos com o público e conseguiu a minha empatia e admiração como arte cinematográfica.

Já conheciam este terror? Assistiriam?


Discos Lançados em Novembro/2016

Opa! Tudo bom? Este post está com um pequeno atraso mas mesmo assim não quis deixar o mês de novembro passar em branco diante de tanto lançamentos legais! Vou dividir o post entre lançamentos Rock e Pop, respectivamente. Eu vou falar de forma bem resumida mesmo, então se por acaso vocês quiserem que eu faça a review completa de algum destes discos em separado, não se esqueçam de pedir ;) Assista ao vídeo abaixo:



Análise do clipe 'One' do U2

Opa! Tudo bom? Nesse mês de novembro o disco Achtung Baby do U2 completou 25 anos desde o seu lançamento. Eu já falei deste disco aqui no blog mas hoje nós vamos conversar sobre talvez a mais famosa música do álbum: One.

one clipe

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, ‘One’ não é bem uma música romântica. 

Ela fala de uma relação entre duas pessoas que se amam, mas que já se machucaram muito. Não é uma música de separação, mas de uma espécie de ‘apelo’. Um pedido para que estas pessoas permaneçam unidas como um, apesar das diferenças (‘somos um, mas não o mesmo’). Para fazer o vídeo dessa musica, o U2 chamou o fotógrafo e diretor Anton Corbjin – que resumiu o “drama” de One em um tema um tanto quanto polemico: AIDS. Vale lembrar que estamos falando do período de 1991-1992, onde a doença era um tabu e pouco se falava ou sabia. A ideia do Corbjin é tratar ‘One’ como se fosse um filho contando para o pai que sofre da doença. Assista ao clipe abaixo:



É aí que entra toda a simbologia presente neste maravilhoso clipe de One. O vídeo começa com a banda gravando em um estúdio dentro de um círculo, em paralelo a isso aparecem cenas do Bob Hewson – que pra quem não sabe é o próprio pai do Bono. Bono e Bob jamais aparecem juntos, caracterizando bem este sentimento de ‘relação difícil e hostil’, trazido por essa interpretação da musica. Existe um pequeno documentário chamado ‘Story of One’, em que o Corbin fala justamente que ‘one’ pode ser uma família ou um casal, e que é justamente isto que mostra no clipe. Assim como tem pai e filho, também tem ‘homem e mulher’. 

O vídeo não possui uma narrativa especifica tampouco conta uma história através das imagens, mas apresenta um conjunto de cenas e elementos visuais que caracterizam os temas de dualidade e sexualidade. Assista à minha análise completa no vídeo abaixo:



Já conheciam esta versão do clipe? Gostaram da análise? :)

Animais Fantásticos e Onde Habitam: Tudo na medida certa e uma dose extra de emoção

Opa! Chegou o dia da estréia do tão esperado Animais Fantástico e Onde Habitam - baseado nos acontecimentos anteriores à saga de Harry Potter. A Elisa é mega fã da série e escreveu essa resenha super carinhosa pra gente!

animais fantásticos e ondem habitam resenha

Coloquei minha camiseta de Hogwarts e fui para a pré-estréia do filme! Meu estômago estava em borboletas, ansiosa para ver mais uma parte da franquia que marcou a minha infância. Harry Potter tem um espaço especial na minha vida! Com ele aprendi o valor da amizade, da confiança e da lealdade. Com JK Rowling aprendi que a criatividade é algo valioso. Harry, Rony, Hermione, Dumbledore e tudo que envolve o mundo mágico de Harry Potter moram em meu coração e estão até eternizados na pele. Não consegui separar eu sentimento de nostalgia ao longo do filme, a cada cena meu coração pulava de alegria por ver novamente JK Rowling presenteando os fãs com sua criatividade.

Resenha do disco: This House is Not for Sale - Bon Jovi

Opa! Hoje trago a resenha do novo disco do Bon Jovi: This House is not for Sale :)

this house is not for sale resenha


O novo disco do Bon Jovi marca o início de uma nova fase da banda pois é o primeiro inédito desde a saída do guitarrista Richie Sambora. Além disto é o primeiro trabalho que conta com o novo guitarrista - Phil X - e o baixista Hugh McDonald - como membros originais. A faixa título - This House is not for Sale - resume bastante o sentimento da banda em relação aos novos momentos. Esta banda - representada por 'esta casa' - não está à venda! A mensagem que Jon e cia é justamente mostrar que eles continuam criativos, combativos e cheios de novos trabalhos, apesar com a baixa nos membros e os rompantes com a gravadora.


Os discos mais recentes do Bon Jovi inevitavelmente acabam seguindo um padrão: sempre tem de duas a três musicas bastante motivacionais, uma música patriota, uma mais espiritual e entre 2 a 3 baladinhas românticas. 'This House' não foge disto, mas isto não significa que não seja um bom disco ou que seja mais do mesmo. Não é. O álbum é carregado de identidade e isso é visível em praticamente todas as músicas. Assista ao meu review faixa a faixa abaixo:



Já ouviram este lançamento? O que acharam?



Guns N’ Roses em Porto Alegre: De volta aos anos 90


Opa! Na última terça-feira, dia 8 de novembro, o Guns N’ Roses fez um incrível show aqui em Porto Alegre. Eu infelizmente não pude estar presente, mas o meu amigo Lucas vai contar um pouco sobre essa experiência.

Por volta das 21h30min, três dos membros fundadores do Guns N’ Roses sobem ao palco do Beira-Rio, em Porto Alegre, para aquela que já era uma noite histórica pelo simples fato de a turnê marcar a retomada da banda com seus dois mais importantes integrantes: o guitarrista Slash e o vocalista Axl Rose. Eles não se apresentavam juntos desde 1993, além do baixista Duff McKagan. Nesse período de afastamento, Slash e Axl pouco se falaram, e qualquer boato a respeito do retorno deles ganhava destaque nas capas de sites especializados em rock do mundo inteiro.

Caindo na real: Juventude, romance e insegurança

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxe a resenha do filme 'Caindo na Real' de 1994 :)

caindo na real poster

O filme desta semana é daqueles pra ver em um dia chuvoso, quando tu procura algo leve e descontraído. 'Caindo na Real' é dirigido por Ben Stiller (sim, o ator) e estrelado por Winona Ryder e Ethan Hawke. Não é um filme de grande importância cinematográfica, mas gostei muito dele por representar uma aura dos anos 90 e por lidar com dramas de uma jovem e de uma juventude na casa dos 20 anos.

Discover: Cartel da cevada

Opa! Tudo bom? A Discover de hoje traz uma banda de rock n’roll gaúcha e bem alcoólica: Cartel da Cevada. Fundada em 2005 em Porto Alegre, a Cartel conta com Igor Assunção, Fernando Rosa, Santto Nerva, Rodrigo Zeilmann e Tiago Azevedo e Felipe Freddo na formação.

banda cartel da cevada

O Cartel da Cevada é uma mistura de influências musicais do rock dos anos setenta como Black Sabbath, Led Zeppelin e AC/DC, fundidas com a tradição regional gaúcha de contos e causos, onde a realidade e o fantástico se misturam. Eles já possuem um disco lançado em 2011, homônimo, e que está inteiro disponível no Spotify. 

Resenha do disco: Joanne - Lady Gaga

Opa! Tudo bom? Demorei um pouco mas finalmente consegui vir falar sobre o novo disco da Lady Gaga: Joanne

lady gaga joanne resenha

Sou bastante fã da Lady Gaga e sempre gostei de enxerga-la como um personagem. Uma criação visceral, bastante verdadeira, mas ainda assim, criada. Isso não é uma crítica, aliás. A primeira coisa que me chamou a atenção em ‘Joanne’ foi justamente esta quebra com os trabalhos anteriores.


Nina Forever: Quando a ex volta dos mortos

Opa! Confira a resenha do filme britânico e alternativo 'Nina Forever'. O Dia de finados é só amanhã, mas hoje a Elisa já trouxe uma dica um tanto quanto mórbida. 

filme nina forever

Nina Forever é um filme britânico de terror/suspense de baixo orçamento de 2015 , dirigido pelos irmãos Ben Blaine e Chris Blaine e estrelado por Fiona O'Shaughnessy, Abigail Hardingham e Cian Barry que são os personagens principais. Como eu gosto muito de filmes alternativos e sempre estou a procura, eu gostei muito de Nina Forever, era exatamente o tipo de filme que eu procurava. Como falei ali em cima, o filme se baseia em 3 personagens principais, ressalto isso, porque os personagens dominam totalmente o filme, praticamente não existe outros personagens e isso eu achei um baita diferencial deste filme.

Discover: Diego Brocca

Opa! Tudo bom? Primeiro gostaria de avisar que a partir de hoje a coluna ‘Discover’ – que apresenta artistas novos no cenário musical – será semanal e não mais quinzenal. Então fiquem ligados que sempre vai ter novidade por aqui, ainda estou definindo o dia fixo da semana mas em breve saberei ;) 


Hoje trago o cantor e compositor de Torres (RS) Diego Brocca. O gaúcho começou na música aos 8 anos de idade em seu primeiro violão. Ao longo do tempo, foi se aperfeiçoando como músico, ator, compositor e professor. É músico multi-instrumentista e compositor, com 12 músicas autorais (solo) e em torno de 30 (com participações). Além disso, suas principais influências são Beatles, Lou Reed e Titãs. O Diego está lançando seu segundo EP intitulado ‘Meus Camaradas Querem Saber’. Ouça abaixo a agradável faixa ‘Basta Querer’:



O trabalho completo do Diego está disponível no Spotify e em demais plataformas de streaming, e você pode saber mais sobre ele através do site oficial  

Já conheciam o trabalho dele? Gostaram? Quero saber :)

Feminismo e anos 50. Conheça o filme O Sorriso de Monalisa

Opa! Tudo bem? Hoje a Elisa traz a resenha do filme 'O Sorriso de Monalisa', de 2003 :)

filme o sorriso de monalisa

O Sorriso de Monalisa é um filme americano de 2003 dirigido por Mike Newell e estrelado por Julia Roberts. Feminismo, anos 50 e padrões são temas que fazem parte são questionados neste filme. O longa se passa em 1953 e conta a história de Katharine Watson (Julia Roberts), uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley para mulheres, com o cargo de lecionar aulas de História da Arte. Chegando na Instituição, Katherine percebe que o conservadorismo toma conta ali, que além de ser uma faculdade extremante conservadora, é um lugar que ensina as suas alunas como elas devem agir na sociedade. Aulas de postura, de etiqueta e culinária são parte do currículo da escola que está mais preocupada em formar moças para um casamento do que ensinar matérias básicas para um ingresso em uma universidade.

O colégio foca em formar moças aptas para ser donas de casa, para acompanhar seus maridos e serem boas "damas" da sociedade. Chocada com todo esse conservadorismo e tradicionalismo, Katherine tenta fazer suas alunas enxergarem que há algo além de apenas uma dona de casa exemplar, que existe outros lugares para a mulher dentro da sociedade que não somente ao lado dos filhos e dos maridos. Ela tenta mostrar que a mulher pode sim ser independente, que a mulher pode escolher o que ela quiser.

filme o sorriso de monalisa

Daqui pra frente sua única responsabilidade será cuidar do seu marido e filhos.” “Podem estar aqui para tirar uma nota alta, mas a nota mais importante será a dele, não a minha”. Esta é uma frase retirada de um diálogo de 'O Sorriso de Monalisa' que me chamou muito atenção, porque praticamente resume que a história quer passar. Resume como era a vida das mulheres nos anos 50: apenas com foco para um bom casamento, que incluí um marido rico para sustentá-las. Independência da mulher nos anos 50 praticamente não existia, fazer uma faculdade, fazer parte de uma universidade, dividir o mesmo espaço com homens que não fosse com o objetivo de conquistá-los para um casamento não estava entre as opções certas para as mulheres. Era um papel designado para elas como a fórmula para a felicidade e para o qual nasceram.



'O Sorriso de Monalisa' tem muitas destas questões sobre o papel da mulher na sociedade e coloca a protagonista como uma conexão entre o conservadorismo e tradicionalismo. Esse é para mim o grande trunfo do filme, o questionamento do papel da mulher. É ela que vai quebrar as barreiras impostas pela sociedade, que vai ser o símbolo da libertação e da coragem. 

Por fim, falando em questões mais técnicas, o filme tem uma fotografia bonita, figurino também (adoro o estilo dos anos 50). Porém eu acho que o roteiro poderia ser mais bem aproveitado, já que feminismo é um tema tão interessante e amplo. Acho que o roteirista e o diretor poderiam ter explorado mais isso nos diálogos, de resto, o filme é muito bom e merece ser assistido como uma passeio histórico pelos costumes e restrições das mulheres nos anos 50.

Notícias sobre Shows: Outubro

Opa! Tudo bom? Como vocês já sabem, todo mês eu atualizo a sessão aqui do blog que traz as datas e informações dos principais shows internacionais que vão rolar no Brasil. Ao final do mês, também vou fazer um apanhado rápido do que está rolando neste cenário atual ;)

Evanescence volta ao Brasil em Abril de 2017


Segundo o Jornal Destak, a banda fará turnê no Brasil em abril de 2017 e ao menos três cidades devem receber o show. A última vinda deles foi em 2012 em diversos locais. Foi meu segundo show deles e se tiver Porto Alegre na lista, pretendo vê-los pela terceira vez s2. Além disto, o Evanescence está com nova formação. A guitarrista alemã Jen Majura entrou no lugar do músico Terry Balsamo.

Korn confirma três shows no Brasil em 2017


Esta semana a produtora Mercury Concerts anunciou a turnê do grupo pela América do Sul em 2017 e nela estão três apresentações em solo brasileiro: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Os shows serão em abril e já deixei todas as informações sobre ingressos na nossa agenda.

Mariah Carey cancela toda a turnê sul-americana


A cantora cancelou oficialmente todos os shows que faria no Brasil em dezembro. Já existia nas redes sociais um boato de que isto poderia acontecer, mas a confirmação veio somente na última terça quando Mariah twitou: “Arrasada que meus em Chile, Argentina e Brasil tiveram que ser cancelados.”. No twitt ela também disse que os fãs “merecem mais do que como alguns promoters os tratam”, mas que fará de tudo para voltar em 2017. Vamos ver!

Justin Bieber fará show em SP e RJ no ano que vem

 O cantor pop volta ao Brasil para dois shows em março e abril de 2017. As vendas começam já esse mês e eu também deixei as informações e preços na nossa agenda ;)


Gostaram das novidades? Me contem se pretendem ir em algum desses :)

Show do Aerosmith em Porto Alegre - 11/10/16

Opa! Tudo bom? Com um pouquinho de atraso, vou falar hoje um pouco do meu ‘Dia das Crianças’.

show aerosmith porto alegre 2016

Já passei um pouco da idade mas ainda me lembro com carinho do meu dia das crianças lá de 2001, quando ganhei de presente dos meus pais o disco ‘Big Ones’ do Aerosmith. Não foi meu primeiro contato com a banda, pois este aconteceu no primeiro semestre daquele ano ao assistir o clipe de ‘Fly Away From Here’ no TVZ. Nessa época mesmo, peguei as economias do cofrinho e comprei meu primeiro disco de todos: Just Push Play. Daí em diante eu só queria saber de pedir coisas do Aerosmith em todas as datas e o dia das crianças daquele ano veio a aumentar minha humilde coleção.

Muito antes do U2 ou Jack Sparrow entrarem na minha vida, minha primeira referência artística foi o Steven Tyler. Eu queria me vestir que nem ele, usar roupas mega coloridas, malucas e cheias de panos, gritar naquelas notas agudas sem perder o tom e também adorava ficar fazendo caretas no espelho para imitá-lo. Ainda ouço coisas como “Steven Tyler usa/ousou muitas drogas, ele não é referência para crianças”. Mas sabe o que eu acho? Fui saber do “lado ruim” dele só anos atrás e para mim ele nunca fez diferença alguma. Tyler me inspirou tanto e me inspira até hoje a sonhar, a entreter e principalmente que existe luz no fim do túnel. De qualquer túnel. Sempre.

show do aerosmith 2016

Na terça-feira, 11 de outubro de 2016, tive a oportunidade de assistir a um show do Aerosmith pela segunda vez (a primeira foi em 2010, aqui em Porto Alegre também e abaixo de chuva constante). Dessa vez não choveu e novamente, foi lindo demais!

A banda abriu com ‘Back in the Saddle’ seguida de ‘Love in the Elevator’. Clássicos que qualquer fã adora. E por falar em clássicos, não poderia faltar hits como ‘Crazy’, ‘Cryin’, ‘Walk This Way’ e ’I don’t Wanna Miss a Thing’. O Aerosmith também surpreendeu ao tocar músicas igualmente boas mas normalmente ‘esquecidas’ como ‘Kings and Queens’ e ‘Monkey on my back’.

Minha música preferida deles e da qual tenho até tatuagem homenageando é ‘Full Circle’, mas esta já desisti de ouvir ao vivo haha. Em compensação a ‘vice-preferida’ – ‘Livin’ on the edge’ – foi naturalmente maravilhosa e emocionante, como deveria ser.

O Aerosmith também fez uma simpática homenagem à campanha do Outubro Rosa ao cantar ‘Pink’. Além disso, Joey, Tom e Brad estavam usando a fitinha característica e Joe estava divando de camisa rosa pink.

aerosmith show 2016

Já de praxe dos shows da banda, os covers ficaram por conta de ‘Stop Messing Around’ (momento mais ‘solo’ do Joe Perry’ e pros fãs do disco de blues ‘Honkin’ o’ Bobo’), ‘Come Together’ e ‘Train Kept A-Rolling’. Eu normalmente sou contra covers em shows (acho que ‘tira espaço’ de músicas boas e originais do artista) mas dessa vez não tive do que me queixar. Até porque ‘Train...’ e ‘Stop...’ pra mim já são muito a cara do Aerosmith. 

Tudo o que é bom dura pouco, não é mesmo? Mas para encerrar, a banda voltou pro bis com as inesquecíveis ‘Dream On’ e ‘Sweet Emotion’. Dizem que essa foi a última passagem da banda pelo país em turnê (alô alô rock in rio 2017), mas sinceramente, alguém tem coragem de se despedir desses caras?!

Resenha: Ginger & Rosa

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa traz a resenha do drama inglês Ginger e Rosa! Já conhece?

ginger e rosa poster

Ginger e Rosa é um filme britânico de 2012 dirigido por Sally Potter e estrelado por Elle Fanning (irmã da Dakota Fanning) e Alice Englert. Quando resolvi assistir fiquei um pouco receosa por achar que a história ia ser boba e infantil, porém o filme me surpreendeu. Com um ritmo lento e dramático o filme é embalado com a história de amizade de Ginger e Rosa, duas adolescentes de 15 anos inseparáveis com projetos de vida bem distintos.

Como cenário, Londres de 1962, em plena Guerra Fria com a ameaça da bomba nuclear, as duas personagens sonham em não ter o mesmo destino das mães: ser dona de casa e se dedicar somente ao marido e aos filhos, com dedicação somente para a rotina doméstica. Aí já vemos uma inclinação do filme à uma crítica ao estilo de vida levado pelas mulheres naquela época, já que as duas protagonistas servem como uma forma de contra corrente. O filme tem um certo viés histórico, por se passar nos anos 60, marcado pela revolução sexual por protestos como forma de contestação.

ginger and rosa

O filme além de mostrar o desenrolar da amizade de Ginger e Rosa, mostra também o conflito delas com suas mães e com elas próprias, Ginger quer ser ativista e tentar mudar o mundo, acredita no anarquismo e na liberdade. Rosa quer ser importante para alguém, deseja antes de qualquer coisa ser amada, porém ambas passam por conflitos existenciais. Rosa não tem uma presença paterna, enquanto Ginger tem um pai extremamente amoroso, que a incentiva em tudo o que ela sonha. A amizade das duas personagens começa a ficar abalada quando Rosa projeta no pai de Ginger o amor que tanto sonha receber de alguém: Ela acaba se apaixonando por ele e aí é que o filme entra num profundo drama.


Com uma fotografia linda e ótima atuação de Elle Fanning, que consegue expressar todas as emoções da personagem, Ginger e Rosa é um filme sobre amadurecimento, poético e delicado, vale a pena ser assistido.

Leia também a crítica da comédia romântica Questão de Tempo.


Minha Coleção do U2

Opa! Tudo bom? Trazendo o primeiro vídeo um pouco mais pessoal lá do canal, dessa vez mostrando minha pequena coleção de U2. Assistam abaixo:


Alguns dos itens citados no video:

Livros:
Walk On - A Jornada Espiritual do U2 - Steve Stockman
U2 Live - Concert Documentary, de Pimm Jal de La Parra
North Side Story (exclusivo dos assinantes do U2.com)
U2 by U2 - Neil McCormick
Morte a Bono (Killing Bono) - Neil McCormick

Revistas: Bizz Especial, Bizz e Rolling Stone

Cds: Boy, October, War, Under a Blood Red Sky, The Unforgettable Fire, Wide awake in america, The Joshua Tree, Rattle and Hum, Achtung Baby, Zooropa, Pop, All that you can't leave behind, How to dismantle an atomic bomb, No line on the horizon, Songs of Innocence, U218 singles e Best of 80-90.

Lojas citadas: Santo Rock e Korova

Espero que gostem de conhecer um pouco mais sobre meus cacarecos de fã :D 

Resenha: Forrest Gump - O contador de histórias

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxe a resenha do maior clássico da carreira de Tom Hanks: Forrest Gump!

forrest gump poster


Sabe aqueles filmes que tu não cansa de assistir? Forrest Gump é um deles. É um dos meus favoritos. O filme é de 1994, dirigido por Robert Zemeckis e estrelado pelo ótimo Tom Hanks e baseado no livro de mesmo nome de Winstom Groom. Para quem é amante do cinema, é um clássico contemporâneo que deve ser assistido.

O filme conta a história de Forrest Gump (Tom Hanks) desde sua infância até a fase adulta passando por tudo o que ele viveu durante estes períodos. O diferencial é justamente que o personagem narra os acontecimentos, ele mesmo narra sua trajetória de vida. Eu me apaixonei por este filme pelo fato do personagem passar por situações inusitadas e inacreditáveis e por narrá-las de uma forma engraçada e emocionante (um dos poucos filmes que me fez chorar). É um filme sobre destino, sobre inocência e sobre sensibilidade.

forrest gump análise

Outro ponto importante do filme é que todos os acontecimentos vividos por Forrest tem ligação com fatos históricos, como se ele estivesse presente ou até fosse o responsável por cada um deles. Mais do que os acontecimentos vividos por Forrest, o filme mostra como a inocência e a ingenuidade do personagem se relaciona com outros personagens – por exemplo – Jenny, seu grande amor, que embala grande parte da narrativa.

Eu coloco como um dos grandes méritos deste filme, muito mais que a trajetória de vida de Forrest e os eventos ocorridos com ele, é a essência do personagem, seu caráter, sua ingenuidade e seu modo de encarar e resolver as coisas. É um personagem que aceita o que o destino lhe dá, de coração puro, sensível, um adulto com alma de criança e isso foi o que mais me emocionou.



Em questões técnicas, o filme tem uma fotografia muito bonita e o roteiro é bem estruturado e amarrado. A voz do personagem que fica de plano de fundo narrando a história foi uma sacada muito legal do diretor e do roteirista, pois dá um tom bem pessoal ao filme, é um monólogo. Outra questão mais técnica também é que a narrativa percorre elipses temporais, ou seja, o filme é um constante flash back. A montagem e edição também é muito bem feita, já que como o personagem aparece em contextos históricos, eles misturaram imagens reais com imagens ficcionais, parecendo mesmo que Tom Hanks está ali dentro do acontecimento histórico.

Por fim, vale muito ver esse filme, não só por tudo o que eu citei anteriormente, mas porque ao final ficamos tentando se identificar com o personagem, como cada pessoa tem suas particularidades e seu modo de lidar com a vida e com as situações, que ser fora do padrão é bom sim e que melhor ainda é sempre mantermos a nossa essência sem deixar que o mundo a corrompa.


Video Review: Perfect Illusion - Lady Gaga

Opa! Tudo bom? No vídeo de hoje fiz uma análise do novo clipe da Lady Gaga: Perfect Illusion. Assista primeiro o clipe abaixo:



Este é o primeiro clipe do novo disco da Lady Gaga intitulado ‘Joanne’ e que deve chegar às lojas no final de outubro. Essa nova fase da cantora é marcada por um conceito muito mais cru e pessoal do que os trabalhos anteriores, e isto já é bem visível no vídeo de ‘Perfect Illusion’

Falando agora especificamente do vídeo, ele começa com a cantora dirigindo pelo deserto e posteriormente dançando, quando somos ‘jogados’ para uma espécie de show ou festa. Já nesse segundo ambiente, Gaga aparece cantando junto de sua banda (formada justamente pelos produtores de seu disco). 

O vídeo tem cortes muito rápidos dando a sensação de que o espectador faz parte da cena. A ‘Perfeita Ilusão’, no meu ponto de vista, é justamente essa festa do segundo momento.Entenda mais esta análise no vídeo:   
                                                   
  
Não se esqueça de dar like no vídeo e de se inscrever no canal. Já tinham visto esse clipe?

Discover: Marca Diabo

Opa! Tudo bom? Hoje trago uma banda de rock muito divertida e direto da taberna: Marca Diabo. Formada por Elemar Gehlen (Vocal e guitarra), Camila Fidelis (Bateria), Jairo Vargas (Baixo e backing vocal), Fabiano Rocha (teclado e guitarra) e Henrique Braga (guitarra solo e backing vocal), a banda é de Alvorada (região metropolitana do RS) e surgiu em 2012.


A Marca Diabo traz composições que contam histórias de mulheres de comportamento duvidoso e homens baderneiros. Tudo isso em um cenário de bar com cheiro de pólvora e enxofre e ainda de forma sarcástica e bem humorada. Eu como fã de Matanza e Johnny Cash, adorei a ideia e o som deles, pois misturam punk rock com country e até outros estilos. Também gostei de ver uma mulher muito talentosa envolvida, pois normalmente este cenário na música é mais trabalhado por homens. Além disso, o vocal lembra bastante o da banda Sepultura.

A banda está promovendo o lançamento do clipe ‘Clínica Psiquiátrica Nosso Bar’, que junto de mais quatro singles formará o primeiro EP da banda. Veja o clipe abaixo:



O nome ‘Marca Diabo’ é em relação a falta de estrutura e a inocência do início da trajetória da banda, pois o sinônimo era utilizado para lembrar a natureza duvidosa daquelas atividades. Saiba mais sobre eles em seu site oficial, Facebook e Instagram :) Já conheciam a banda? Gostaram da indicação? 

Resenha: Questão de Tempo

Opa! Tudo bom? Hoje a Elisa trouxe a resenha do romance britânico ‘Questão de Tempo’. Confira :)

filme questão de tempo  
Questão de Tempo é um filme britânico (amo filmes britânicos) de 2013 dirigido por Richard Curtis, mestre das comédias românticas (Um Lugar Chamado Notting Hill e O Diário de Bridget Jones) e estrelado por Rachel McAdams e Domhnall Gleeson. A princípio hesitei em ver esse filme por ser comédia romântica - gênero do qual não gosto porque geralmente gosto de filmes mais pesados, profundos e com uma temática mais para o gênero drama. Porém no dia que decidi assistir Questão de Tempo estava procurando algo fofinho pra ver, e esse é definitivamente o filme pra isso. É daqueles filmes gostosinhos de se ver. É bem leve e extremamente fofo, capaz de amolecer o coração mais duro. 

O filme conta a história de Tim (Domhnall Gleeson), que ao completar 21 anos descobre através de seu pai, que todos os homens de sua família tem a habilidade de viajar no tempo e voltar ao passado podendo alterar acontecimentos. Para isso basta apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir, mas com uma condição: só é possível voltar para acontecimentos já vividos pelo viajante. De início, Tim não acredita e resolve testar. Ao voltar para um determinado acontecimento do passado e mudar o que aconteceu, ele descobre que ao retornar para o presente, as coisas mudaram. Tim usa de sua habilidade especial para arranjar uma namorada e acaba conhecendo Mary (Rachel McAdams) e é aí que as coisas começam a se complicar.

  questão de tempo filme

Vale ressaltar a ótima atuação de Domhnall Gleeson. Ele é engraçado, simpático e com um charme beirando ao esquisito. É um filme delicado e com uma ótima trilha sonora, composta por músicas da Ellie Gouding e The Killers entre outros artistas indies e pop. Levando para o lado reflexivo o filme trata de temas como o arrependimento, que por mais que queiramos mudar situações, nem sempre é possível e que assim como o protagonista que pode voltar no tempo e alterar coisas que se arrependeu, mesmo que tivéssemos a habilidade dele, o tempo é uma questão valiosa e inalterável.



Não tenho muitos apontamentos técnicos, a questão toda é que é um filme muito fofo, delicado e emocionante. Gostei bastante desse filme pela temática e principalmente depois que assisti por fugir dos temas recorrentes, batidos e repetitivos de comédias românticas. Todas as escolhas que fizemos resultam em um destino. O filme trabalha muito com as infinitas possibilidades de destinos e com a questão da busca pela felicidade. A cada tentativa de um novo destino há sempre por trás a felicidade que se ganhará com isso. A moral do filme é: viva cada momento como se fosse o último e não tente alterar as coisas.

Os Incríveis Covers de Megan Davies

Opa! Tudo bom? A “Duas Versões” de hoje veio um pouco diferente, pois não vou mostrar apenas um cover e sim vários :) Estou falando da americana Megan Davies.

megan davies covers

Megan Davies nasceu nos Estados Unidos e estudou composição e violão na universidade de Belmont. Em 2013 ela postou alguns covers em seu Youtube junto de sua irmã e de alguns amigos, e atualmente seu canal conta com mais de 100 milhões de visualizações e 900 mil inscritos. O diferencial de Megan é que ela não faz apenas covers e sim mashups - que significa misturar duas músicas ou mais tornando-se uma só. A sua versão mais famosa e uma das mais incríveis é de “See You Again/ Love Me Like You Do/ Sugar. Ouça abaixo:



A versão ficou fantástica pois além de Megan e suas amigas terem uma voz muito doce e gostosa de ouvir, deixou as três canções combinando perfeitamente. Pra quem não lembra, ‘See You Again’ estourou no ano passado na voz de Wiz Khalifa e Charlie Puth, e foi tema de ‘Velozes e Furiosos 7’ - em homenagem ao falecimento de Paul Walker. Já ‘Love me Like you do’ da Ellie Goulding foi tema de ‘50 tons de cinza’ e Sugar do Maroon 5 acho que todo mundo até cansou de ouvir. Três músicas muito diferentes que parecem a mesma na voz de Megan.



Já este mashup mistura ‘Love Yourself’ do Justin Bieber, ‘Out of the Woods’ da Taylor Swift e ‘Roses’ do The Chainsmokers. Essas três músicas não são tão diferentes entre si e o hit do Bieber teve sua melodia mais prevalecida, o que deixou com cara de um “remix” diferente. Mas mesmo assim a versão ficou muito boa.



Megan também faz covers de uma música só, e confesso que foi difícil escolher apenas um para colocar aqui. Escolhi “Hotline Bling’ do Drake não só por adorar a original, mas também porque a combinação da voz de Megan com a de seu amigo ficou muito boa. 

Além disto, Megan Davies também possui trabalhos autorais que misturam pop com folk music e atualmente está trabalhando em seu primeiro disco original. Você pode ouvir todos as suas gravações e saber mais sobre ela em seu site oficial

Já conheciam o trabalho dela? Qual cover mais gostaram?